Não é make, mas é demais: Westworld

Não é make, mas é demais: Westworld

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Enquanto Game of Thrones não volta, eu me entretenho com a última novidade da HBO: Westworld, um thriller de ficção científica com um pé no velho oeste.

Criada por Jonathan Nolan, irmão do diretor Christopher Nolan, e produzida por J. J. Abrams, a série é baseada no filme Westworld do novelista Michael Crichton, criador de ER e Jurassic Park, e tem um dos orçamentos mais altos da HBO.

Já falei do elenco super estrelado com Evan Rachel Wood, James Marsden, Ed Harris e Anthony Hopkins?

Então!

Elenco de primeira que tem até um pouco de Brasil com Rodrigo Santoro ali no meio…

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A história da série acontece em Westworld, um parque de diversões com temática do Velho Oeste.

Criado pelo Dr. Robert Ford (Anthony Hopkins), Westworld é habitado por androides tecnologicamente super avançados e tão visualmente perfeitos que você tem dificuldade de diferenciar quem é robô e quem é ser humano nos primeiros minutos da série.

Nesse parque, pessoas com muito dinheiro podem viver todas as suas fantasias sem medo das consequências.

Podem cavalgar livremente por Westworld, tomar drinks no velho bar e duelar com bandidos…

Também podem ir a uma das fazendas da região para estuprar e matar uma família de androides.

Pesado, não é mesmo?

Até onde o ser humano é capaz de ir quando não há consequências?

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Ao longo dos anos, os androides ou “anfitriões” de Westworld foram ficando cada vez mais humanos tanto na aparência quanto nos trejeitos.

Fisicamente, eles são quase tão reais como nós, mas não pensam por si mesmos.

Os anfitriões seguem uma narrativa com o mínimo de improviso possível e não são capazes de ferir sequer uma mosca.

Ou pelos menos é assim que deveria ser…

Não quero estragar a série para ninguém, então vou encerrando o post por aqui.

Assistam Westworld, porque o seriado é muito bom! O visual é lindo, o elenco é incrível e a temática de comportamento humano, inteligência artificial, moralidade e fantasia é super interessante.