Miscelânea

Ô, lá em casa… Jesse Spencer

Foto: Divulgação / House

Chocada que não esteja caindo o mundo lá fora, porque a votação tinha Thor e ele não ganhou.

Acho que a minha estratégia de deixar o nome dele lá pro final funcionou. As mais afoitas/apressadas votaram sem ler todas as opções hehehe

Foi isso ou não foi?!

Ainda assim, é bom ter Jesse Spencer nessa segunda-feira.

Ele era gracinha como médico na época de House e hoje é um bombeiro rústico MARAVIS na série Chicago Fire.

#TODASAMA uma fuligem, um cheirinho de queimado, uma barba por fazer…

Passaram bem o final de semana? Não fiz grandes programações, mas na sexta recebi uma encomenda muito esperada:

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Cigarro eletrônico, porque ainda estou na luta para parar de fumar

Como eu já comentei por aqui, em maio/junho tentei parar de fumar e não tive sucesso.

Não só pela ansiedade causada pela abstinência da nicotina, mas pelo hábito de fumar em geral.

Gosto de ter algo entre os dedos, fazer fumacinha e ter um motivo pra parar por 5 minutinhos entre uma tarefa e outra do dia.

É um hábito uóh, eu sei, mas é um hábito de mais de 15 anos.

O pai de um amigo do meu primo conseguiu parar de fumar com cigarro eletrônico e eu resolvi experimentar. Pesquisei os diversos modelos (tem muuuitos!) e acabei encomendando um kit eGo-C completinho.

Ele é grandão e não se parece muito com um cigarro normal, mas a bateria dura mais tempo e o modelo tem peças que podem ser facilmente trocadas.

Pra quem não conhece e/ou nunca ouviu falar, cigarro eletrônico é um dispositivo que “imita” a experiência de fumar, só que com menos malefícios. Ele normalmente é composto por bateria, atomizador e cartucho.

No Brasil, o cigarro eletrônico não foi liberado pela Anvisa por falta de estudos, mas se você quiser mais info, a página de Wiki é bem completa!

O cigarro eletrônico não tem queima. Ele cria vapor inalável com ou sem nicotina e a vantagem é que esse vapor não é tóxico.

Um cigarro normal tem milhares de substâncias que fazem mal à saúde. O eletrônico só tem uma: a nicotina. E você pode escolher se quer ou não “vaporar/fumar” com ela.

Existem várias opções de líquidos e cartuchos com sabores diferentes e concentrações das mais baixas às mais altas da substância.

Para começar, comprei líquido com gostinho de morango, menta e melancia.  Os três tem a concentração mais baixa que pude encontrar na internet (6mg/1ml).

Além deles, também comprei líquido sem gosto e sem nicotina. Ele é composto por glicerina vegetal e propilenoglicol.

Uso misturado com os líquidos com sabor e nicotina para diluir o efeito e, aos poucos, acostumar meu corpo com menos e menos nicotina.

Estou sem fumar cigarro normal desde sexta pela manhã e tudo bem. Não tive ataque de ansiedade nem gana de matar alguma pessoa amada.

Fumaram ao meu lado, na minha frente, nas minhas costas e… o finde foi MUITO tranquilo. Não me senti tentada a trocar o eletrônico por um normal.

Fora isso, minha casa continua perfumada, assim como o meu cabelo e as minhas mãos.

A batalha agora é diminuir o nível de nicotina dos meus cartuchos para zero.

Não é a solução perfeita. Estou trocando um hábito muito ruim por um “menos pior”, mas foi agradável acordar hoje cedo sem cheiro de cigarro no travesseiro e sem aquela tosse de cachorro que é característica pós pé na jaca do final de semana.