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Não é make, mas é demais

Não é make, mas é demais

Não é make, mas é demais: 5 canais que eu acho muito divertidos!

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O YouTube tem tanta coisa para me manter entretida que entre os canais que sigo e o Netflix, praticamente não assisto TV aberta ou TV a cabo.

Abaixo estão alguns canais que comecei a seguir recentemente e que me divertem bastante.

Os temas são variados: Decoração, DIY, maquiagem, bate papo sobre assuntos do momento e, claro… comida!

Não entendo como o Petit Comitê da Julia Petit não tem mais seguidores! Eu poderia passar horas e horas escutando as conversas dela com diversos convidados sobre moda, política, Oscar e tudo que você puder imaginar.

É quase como um podcast, só que em vídeo. Pra quem não pode ficar dando bandeira com o YouTube aberto, é tranquilo de minimizar a janela e acompanhar o bate papo com fones de ouvido :)

O Ricota Não Derrete é um blog muito legal e o canal dele no YouTube também é muito bacana. A Dani Vasconcelos acabou de mudar pra sua primeira casa e bota em prática vários projetinhos de “faça você mesmo” para decorar o novo lar.

O Torrada Torrada foca em receitas gostosas, mas também tem vlogs de viagem e outros blá blá blás divertidos. No momento, estou curtindo essa receita de bolo arco íris e os vídeos sobre a viagem que a Luanda fez à China no início do ano.

Eu já gostava muito do blog Coisas de Diva e agora estou amando ele ainda mais graças aos vídeos das gurias. Lá tem muita maquiagem, mas também tem um pouco de decoração, de comida, de turismo e até uns looks vida real que são uma graça!

Tá precisando de uma dose de animação no seu dia? Então o canal da Mandy Candy é pra você! Impossível não ficar mais alegrinha ao assistir os vídeos dela.

Descobri a Mandy depois que a Helô Dela Rosa recomendou e acabei virando seguidora. Ela é uma mulher trans e fala bastante sobre as experiências dela e sobre temas GLBT, mas também comenta de outros assuntos e sempre com um bom humor incrível!

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Não é make, mas é demais: Idéias para presentear na Páscoa

Se você gosta de artesanato, se quer economizar ou simplesmente fazer algo diferente nessa Páscoa, aqui estão algumas idéias muito legais para presentear a família e os amigos.

Com cartolina e um pote de vidro, você pode fazer um coelhinho super fofo que vem recheado de bombons e docinhos.

Outra opção para armazenar chocolates e balas é usar barbante, bexigas e laços para criar uma bolinha de Páscoa muito bonitinha.

Se você gostou da idéia da bolinha de barbante, que tal fazer uma cesta com ela? E ao invés de ovos, o recheio pode ser um potão de Nutella e bombons.

Para quem tem mais habilidade manual (ou paciência), esses coelhinhos para embalar chocolates são fofos demóóóóóis.

Por fim, quatro dicas num vídeo só: garrafinhas decoradas para rechear com doces, potinho de cookies, embalagem de cenourinha e kit infantil de pintura com giz de cera em forma de ovinhos e cenouras.

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Não é make, mas é demais: Master of None

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Tô pra escrever sobre essa série há tanto tempo!

O criador e protagonista de Master of None é Anziz Ansari e nos EUA ele já é bem conhecido, mas se você ainda não ouviu falar dele, vale a pena conferir seus especiais de stand up que estão disponíveis no Netflix e a série Parks & Recreation (que é muito legal, por sinal).

Em Master of None, Aziz interpreta Dev, uma versão menos bem sucedida do seu verdadeiro eu: um ator americano de família indiana que mora em NY e que se sustenta graças aos comerciais em que é escalado como “o cara indiano”.

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Dev está em busca de melhores oportunidades de trabalho e, como todos nós, de um amor.

Mas ela não pode ser vegetariana.

Ou imitar Eric Cartman.

Dev tem suas qualidades, mas ele também é um chato, viu?

O legal da história é que entre encontros do Tinder, a busca pelo melhor taco de NY e algumas audições para papéis em filmes e comerciais, a série aborda assuntos delicados como racismo, diversidade e sexo.

Não quero soltar spoilers, mas um dos meus episódios favoritos é o de número dois, “Parents”, que mostra a diferença de como Dev e seu amigo Brian enxergam seus pais (imigrantes vindos da Índia e do Vietnã) em contraste com a realidade do que eles realmente viveram na infância e ao chegarem nos Estados Unidos.

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Um detalhe especialmente fofo de Master of None é que ao invés de escalar atores para os papéis de pai e mãe de Dev, Anziz chamou seus pais de verdade para trabalharem na série.

E eles são uma graça!

A primeira temporada de Master of None está disponível no Netflix.

Abaixo está o trailer:

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Não é make, mas é demais: Melhores bandas e cantores fictícios

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O cinema e a TV são responsáveis por várias bandas e cantores fictícios maravilhosos!

De Phoebe Buffay a The Wonders, abaixo estão alguns exemplos dos meus preferidos de todos os tempos :)

“The Wonders – O Sonho Não Acabou” é um filme ótimo sobre uma banda que fez sucesso com apenas uma música nos anos 60… e que música! That Thing You Do é das coisas mais maravilhosas e animadas da vida!

“Letra e Música” é um filme fofo em que Hugh Grant interpreta Alex, um músico que vive da fama do passado e que encontra o sucesso novamente ao conhecer Sophie (Drew Barrymore) e compor Way Back Into Love com ela. A parceria dos dois rende uma das canções mais bonitinhas do cinema!

“Garota Infernal” é um filme de terror bem meia-boca sobre uma menina tomada pelo capeta. O ponto alto é Adam Brody lindo e sua banda emo fictícia que tem uma das músicas mais chiclete que eu já ouvi. E ela nem é tão boa assim! Mas vicia, gente. De verdade! Desafio do post: Escutar Through The Trees apenas uma vez.

O filme “Mudança de Hábito” é uma lembrança muito gostosa que tenho da infância e é recheado de belos momentos musicais. As irmãs do convento não são exatamente uma banda, mas elas agitam bastante :)

“A Escolha Perfeita” é uma comédia sobre um grupo acapella feminino, as Barden Bellas, e além de muito engraçado, o filme tem mashups de várias músicas super legais.

“Friends” é o tipo de seriado que nunca perde a graça e o melhor de tudo é que ele tem várias canções maravilhosas de Phoebe Buffay. A mais memorável delas é Smelly Cat, com certeza!

“How I Met Your Mother” é o genérico de Friends e também conta com uma artista fictícia divertidíssima. Robin Sparkles e Let’s Go To The Mall são um resumo bem humorado dos anos 80 e minha parte preferida de HIMYM :)

E já que estamos falando de cantores fictícios, não podemos esquecer do seriado “Glee”, já que o glee club da escola McKinley High é responsável por ótimas versões de músicas mais famosas. Don’t Stop Believing foi a primeira delas e é minha favorita até hoje.

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Não é make, mas é demais: 3 recursos para encontrar passagens baratas

O câmbio não está favorável para viagens, mas se você quer muito passear mundo afora, existem alguns sites e perfis no Instagram voltados para passagens aéreas em oferta.

Minhas últimas férias só aconteceram, porque consegui uma passagem baratíssima daqui para Berlim graças a um deles :)

Se você está pensando em viajar nos próximos meses, vale a pena conferir as três dicas abaixo:

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O perfil no Instagram @passagensimperdiveis divulga diariamente promoções e ofertas de passagens do Brasil para vários destinos no mundo.

Se você é viciado em Instagram, este é um jeito bem prático de ficar por dentro dos melhores preços!

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Outro perfil bacana no Insta é o @viajandobaratopelomundoo!

Assim como o Passagens Imperdíveis, nele você encontra promoções e dicas de passagens para América do Norte e Central, Europa, Ásia, etc. todos os dias.

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E pra quem não tem Instagram, o site Melhores Destinos e sua newsletter diária com ofertas de passagens e outras dicas relacionadas a viagens, como comparação entre programas de fidelidade, informação sobre vistos e artigos sobre cias aéreas, é uma super mão na roda.

Quem tiver sugestões de outros perfis e links para economizar em passagens ou pacotes de férias, por favor, comenta!

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Não é make, mas é demais (de triste): Amy, o documentário

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O documentário sobre Amy Winehouse finalmente chegou ao meu amor, o Netflix!

E sim, eu sei que o certo é dizer “a” Netflix, mas pra mim Netflix é boy magia, então eu uso “o”, ok?

Voltando ao assunto do post…

Através de fotos e vídeos íntimos, de imagens feitas por paparazzi e de entrevistas e depoimentos de Amy Winehouse e das pessoas próximas a ela, o documentário narra a curta vida de uma das cantoras mais talentosas que surgiram nos últimos tempos.

Amy tem algumas imagens fortes, outras tristes, mas também tem momentos muito bonitos de música da mais pura qualidade.

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O documentário começa com um vídeo de 1998, no qual uma jovem Amy canta “Happy Birthday” no aniversário de 14 anos de uma de suas amigas.

Ele termina em 2011, com o funeral da cantora.

Nos registros ao longo desses treze anos, a gente vê a música, os amores, o álcool, as drogas e a bulimia.

É de partir o coração!

Assisti o documentário ontem a noite e fiquei deprimida, porque Amy claramente precisava de ajuda e de limites, mas por dinheiro, interesse ou fraqueza, ninguém fez nada enquanto ela se auto destruía de uma maneira incrivelmente exposta.

O documentário está disponível no Netflix e abaixo está o trailer:

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Não é make, mas é demais: Documentário West of Memphis

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E cá estou eu para falar de mais um documentário que envolve um crime horrível e um julgamento que deixaria qualquer pessoa indignada.

Em 1993, três meninos foram encontrados mortos e mutilados num canal em Robin Hood Hills, oeste de Memphis.

Um mês depois, três adolescentes foram acusados do crime e após passarem um dia inteiro sendo interrogados individualmente, um deles confessa.

Na época, a promotoria expôs o caso como um assassinato satânico.

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Fora a confissão, não havia indícios ou provas físicas do envolvimento dos adolescentes no caso, exceto pela percepção das pessoas da cidade de que eles eram um tanto estranhos e talvez adoradores de satã, porque usavam preto e curtiam metal.

A comunidade tinha certeza da culpa deles e Jessie Misskelley Jr., 17 anos, Jason Baldwin, 16 anos, e Damien Echols, 18 anos, foram para a prisão.

A condenação dos guris deixou muitas pessoas indignadas, incluindo famosos como Eddie Vedder, Johnny Depp e o diretor Peter Jackson que, inclusive, ajudaram a levantar fundos para a defesa dos três.

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Com o passar dos anos e novas investigações por parte da defesa, foi ficando cada vez mais claro que muito do caso foi mal interpretado e que não havia nada de satânico nos assassinatos.

Fora isso, as autoridades tinham ignorado um suspeito óbvio.

Fiquei vidrada na TV do início ao fim e chorei, chorei, choreeeei com o final da história.

West of Memphis pode ser encontrado no Netflix e abaixo está o trailer do documentário:

Não é make, mas é demais

Não é make, mas é demais – The Jinx: The Life and Deaths of Robert Durst

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Desculpa se eu tenho postado demais sobre séries e podcasts sobre crimes, mas gente… Viciei!

Depois de assistir todos os capítulos de Making a Murderer e escutar Serial até o final, comecei a assistir “The Jinx” graças às indicações de vocês.

E cara, que história absurda!

The Jinx é mais uma mini série documental sobre pessoas reais e crimes inacreditáveis.

Seu protagonista é Robert Durst, herdeiro de uma das famílias mais poderosas de NY, suspeito de três assassinatos e inspiração para o filme “Entre Segredos e Mentiras” (estrelado pelo lindo Ryan Gosling).

Entre Segredos e Mentirar foca nos problemas que Robert teve com a família e no desaparecimento da sua esposa em 1982, um caso que até hoje não foi solucionado.

A história também aborda o envolvimento de Robert no assassinato de um senhor mais velho e na morte da sua melhor amiga.

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Robert e sua esposa antes do desaparecimento

O Sr. Durst deve ter gostado muito de Entre Segredos e Mentiras, porque depois de assisti-lo, ele entrou em contato com Andrew Jarecki, diretor do filme.

Com isso, nasceu “The Jinx: The Life and Deaths of Robert Durst”, uma mini série em seis capítulos que começa distante de NY, numa cidade no Texas, onde em 2001 a polícia encontra o corpo esquartejado de um homem.

As primeiras pistas levam a uma mulher muda que morava no apartamento ao lado do morto.

Com a investigação do caso, se descobre que a tal mulher é Robert Durst fantasiado com peruca e vestido.

Não é muito louco?

E esse é apenas o ponto de partida da história!

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Robert e sua melhor amiga antes dela ser encontrada morta

Ao longo de horas de entrevistas com Durst, parentes e amigos das vítimas, policias e advogados, o meu queixo foi caindo até que no último capítulo, ele atingiu o chão e cavou um buraco só pra continuar caindo.

Vale muito a pena assistir!

The Jinx está disponível no canal HBO e também na internet.

Encontrei a série completa no Youtube, mas não tem legenda em português :(

Abaixo está o trailer:

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