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Não é make, mas é demais

Não é make, mas é demais

Não é make, mas é demais: Vinhos!

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Seria lindo fazer um vídeo “Degustando com o Marinão” pra falar de vinho, mas enquanto essa idéia não vira realidade e já que muita gente me pede sugestões, aqui estão alguns dos meus favoritos.

Eu prefiro vinhos mais leves, então o post está recheado deles. Não tem um tinto pra contar história, porque eu gosto mesmo é de vinho branco.

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A lista não está organizada por ordem alguma, mas se vocês estão curiosos, os rótulos que eu mais amo são Casal Garcia e Frascati Villa Fabrizia.

Só pra constar: Não sou expert no assunto! Eu sei tão pouco, que harmonizo Doritos com vinho, ok? Meu paladar não é dos mais refinados :)

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1. Santa Carolina Reservado Sauvignon Blanc: Vinho chileno cultivado no Valle Central.

DESCRIÇÃO:
Vinho de cor amarelo palha com aroma de frutas tropicais (abacaxi), frutas cítricas (laranja) e floral discreto. Possui sabor seco, corpo leve, acidez equilibrada, final agradável.
Média de preço R$25-30.

2. Casal Garcia Rose: Vinho português cultivado na região dos Vinhos Verdes.

DESCRIÇÃO:
Cor rosada com um aspecto límpido e ligeiramente efervescente. Aroma frutado sobressaindo notas de framboesa e morango. Sabor evidente da fruta vermelha, bem conjugada com uma acidez equilibrada que confere a este vinho um grande frescor, uma estrutura sólida e um final harmonioso e de persistência suave.
Média de preço R$40-50.

3. Casal Garcia Branco: Vinho português cultivado na região dos Vinhos Verdes.

DESCRIÇÃO:
Cor amarelo palha com toque esverdeado. Aspecto límpido e ligeiramente efervescente. Aroma delicado, levemente frutado, com toques florais. Paladar suave, fresco, jovem, equilibrado. Boa acidez.
Média de preço R$40-50.

4. Santa Helena Reservado Sauvignon Blanc: Vinho chileno cultivado no Vale do Casablanca.

DESCRIÇÃO:
Vinho cor verde claro. Aroma denota lichia, goiaba e fortes notas herbáceas. Vinho refrescante. Sua boa acidez ressalta o paladar de frutas.
Média de preço R$30.

5. Casillero del Diablo Reserva Sauvignon Blanc: Vinho chileno cultivado no Valle Central.

DESCRIÇÃO:
Vinho de cor amarela com reflexos esverdeados, límpido e brilhante. Fresco e cítrico com notas de pêssego e groselhas. Vinho elegante, redondo e pleno na boca. Balanceado por uma acidez fresca.
Média de preço R$50-60.

6. Frascati Villa Fabrizia: Vinho italiano cultivado na região de Lazio.

DESCRIÇÃO:
Cor amarelo palha. Aroma de frutas brancas frescas e toques florais. Paladar seco, corpo leve, boa acidez. Equilibrado e muito refrescante.
Média de preço R$40.

7. Gato Negro Sauvignon Blanc: Vinho chileno cultivado no Valle Central.

DESCRIÇÃO:
Coloração amarelo palha com reflexos esverdeados. Aroma de frutas frescas, notas de ervas frescas e flor de tomate. Gustativo fresco, balanceado e frutado, com final agradável e leve.
Média de preço R$30.

8. Concha y Toro Reservado Sauvignon Blanc: Vinho chileno cultivado no Valle Central.

DESCRIÇÃO:
Coloração amarelo palha com reflexos esverdeados. Aroma de frutas cítricas com notas de ervas de cozinha frescas, como manjericão. Gustativo leve, fresco, com notas de frutas cítricas e toque de ervas frescas.
Média de preço R$40.

Não é make, mas é demais

Não é make, mas é demais: Stranger Things

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Gostei tanto!

Stranger Things é uma série de sci-fi da Netflix que conta uma história muito doida e cheia de nostalgia, porque ela se passa nos anos 80.

A trilha sonora é ótima e pra quem viveu sua infância ou adolescência nessa década, é fácil sentir um pouco de saudade.

A história começa em 1983, em uma pequena cidade em Indiana, quando o menino Will Byers desaparece no caminho pra casa.

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Na mesma época do desaparecimento, um experimento de laboratório parece dar muito errado e surge na cidade uma garotinha misteriosa com os cabelos raspados.

A mãe de Will, interpretada por Winona Ryder, fica desesperada atrás do menino e tenta de tudo para se comunicar com ele.

Os amiguinhos do garoto também se mobilizam para encontrá-lo e gente! Esses meninos são muito maravilhosos :)

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Lembrei de Goonies, lembrei de Conta Comigo, lembrei de Super 8 do Spielberg e de mais uma porção de outras referências, porque Stranger Things é uma mistura louca!

Se você curte mistérios, sci-fi, Stephen King, anos 80 e até Dungeons & Dragons, se joga, porque o seriado tem um pouco de tudo e é impossível não se apaixonar pelos corajosos amiguinhos do Will.

A primeira temporada conta com oito episódios que já estão disponíveis na Netflix.

Abaixo está o trailer legendado:

Não é make, mas é demais

Não é make, mas é demais: Marcella

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Passei um tempo procurando algo para preencher o vazio de dramas policiais na minha vida após The Killing e encontrei Marcella!

A série é sobre Marcella Backland, uma ex detetive londrina que volta à ativa quando surge uma nova vítima no caso não resolvido de um serial killer que ela investigou anos atrás.

O retorno de Marcella ao trabalho acontece num momento super complicado:

Seu marido e pai de seus dois filhos acabou de sair de casa.

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E não é só isso!

Um problema antigo, relacionado ao stress, volta a atormentar sua vida.

Em momentos mais pesados, Marcella age violentamente e tem episódios de perda de memória, não lembrando o que fez ou o que disse.

A amnésia, a separação e à volta ao trabalho criam a “tormenta perfeita” quando Grace Gibson, herdeira de uma grande firma de construção e amante do marido de Marcella, some.

A ex detetive lembra de ir à casa de Grace na noite anterior, mas não recorda o que aconteceu depois de confrontá-la.

É tenso!!!

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A primeira temporada da Marcella tem 8 episódio e chegou há pouco tempo no Netflix Brasil.

Pra quem curte séries policiais com direito a reviravoltas e protagonistas cheios de problemas, acho que é uma boa pedida.

Assisti tudo em apenas duas noites!

Abaixo está o trailer da série (não consegui encontrar versão legendada em português):

Não é make, mas é demais

Não é make, mas é demais: Game of Thrones e mais Game of Thrones

A sexta temporada de Game of Thrones está chegando ao final e depois do episódio épico do último domingo, talvez você esteja surtando de ansiedade como eu.

Pra quem não está satisfeito apenas em assistir Game of Thrones, aqui vão alguns podcasts e canais do Youtube que analisam a história, comentam teorias e te ajudam a lidar com a longa espera até o próximo domingo.

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Podcasteros é o podcasts em português mais completo que eu conheço! Além de curtir muito a série, o pessoal está por dentro de todos os detalhes dos livros. As transmissões são mais longas e tem discussões bem completas sobre os acontecimentos da trama.

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Pratrulha da Noite é outro podcast bacana, porque além de comentar os episódios de Game of Thrones a cada semana, a equipe produz conteúdo separado sobre teorias e personagens.

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O podcast gringo Game of Thrones de baldmove.com é em inglês e geralmente vai ao ar pouco depois da estréia de cada episódio. Pra quem não gosta de esperar, é uma opção interessante! Além das primeiras impressões postadas nas madrugadas de segunda-feira, também tem transmissões mais completas ao longo da semana com duas opções: com ou sem spoilers dos livros.

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Boars, Gore and Swords é outro podcast gringo e um dos meus preferidos, porque a dupla que comenta a série é muito escrachada. Ivan e Red não perdem a chance de fazer piada, independente do quão sombria e pesada possa ser a história.

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Carol Moreira tem um canal no Youtube que dedica grande parte do seu conteúdo a Game of Thrones. Lá você encontra discussões de cada episódio da Carol em parceria com a Mirian Castro, vídeos sobre teorias e personagens e análises sobre acontecimentos específicos da série e dos livros.

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E pra fechar a listinha de sugestões, não poderia faltar o canal gringo Alt Shift X! Toda semana tem vídeo novo explicando os acontecimentos da série de forma bem didática, às vezes complementando a trama com os acontecimento dos livros e às vezes unindo o que rolou na série com teorias do que poderá surgir no futuro.

Não é make, mas é demais

Não é make, mas é demais: Shoppr.com.br

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Obrigada por tudo que é delivery nesse mundo, Senhor!

A dica de hoje é só pra quem é de Porto Alegre, mas quem souber de serviço parecido em outras regiões, plis!, deixa um comentário.

Os preguiçosos agradecem :)

Vamos lá…

Shoppr.com.br é um serviço de entrega de alimentos, produtos de limpeza, etc.:

Você entra no site, seleciona os itens do supermercado Zaffari e eles são entregues nas sua casa num horário agendado ou uma hora após o pedido ser confirmado, você escolhe.

É um serviço muito prático pra quem não pode ir ao mercado por qualquer motivo, ex: doença, nenê pequeno, preguiça, frio na rua, falta de tempo, etc.

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O site tem mais de 5.000 itens que vão desde hortifruti, pães e bebidas até produtos de limpeza e higiene pessoal.

As entregas são feitas de segunda à sexta, entre 09h e 23h.

O custo da entrega varia de acordo com o tamanho do seu pedido:

Começa em R$10 para pedidos entre R$40-60 reais e vai até R$18 para compras acima de R$150 reais.

No momento, o serviço atende a região central de Porto Alegre e alguns bairros da Zona Sul. Pra ver a lista completa, clica aqui!

E os preços?

Eles nem sempre são os mesmos praticados pelo supermercado Zaffari. Alguns produtos são mais baratos, alguns são um pouco mais caros e outros tem o mesmo preço

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O pagamento pode ser feito no site (cartão de crédito) ou na hora da entrega (cartão de crédito ou de débito) e se um determinado produto que você comprou estiver em falta, o pessoal do site entra em contato para anular o item ou substituir por um produto de marca similar.

Achei super prático!

A única coisa que poderia ser aperfeiçoada é a busca.

Você consegue organizar os resultados do site pelas marcas disponíveis, mas seria legal ter a opção de ordenar por preço também, assim ficaria mais fácil de controlar o orçamento.

Se alguém souber de outros serviços de entrega desse tipo, me conta!

Não é make, mas é demais

Não é make, mas é demais: The Killing

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Viciei num nível…

Eu AMO Law & Order Special Victims Unit e The Killing é uma série parecida por conta do tipo de crime e por conta da dupla de detetives.

O que muda de uma para a outra é que ao invés de um caso novo por episódio, The Killing investiga apenas um caso nas duas primeiras temporadas e dois outros casos na terceira e quarta temporadas.

A história começa em Seattle, quando uma blusa ensanguentada é encontrada no meio do mato e a detetive Sarah Linden é chamada.

Esse é o último dia de Sarah na polícia, porque ela está de mudança marcada para a Califórnia.

Antes de partir, a detetive fica encarregada de dar início à investigação e treinar seu substituto, Stephen Holder.

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Não preciso nem comentar que Sarah perde seu voo para a Califórnia, porque a jovem dona da blusa ensanguentada, Rosie Larsen, é encontrada no fundo do lago, dentro do porta-malas de um carro.

A primeira temporada cobre os vinte dias após o início da investigação e tem três núcleos distintos:

O núcleo policial com Sarah e Holder investigando o assassinato, o núcleo da família de Rosie lidando com a morte da menina e o núcleo político com a eleição para prefeito de Seattle que acaba se misturando com o caso.

Pra quem gosta de séries policiais e de histórias com mil e uma reviravoltas, The Killing é um prato cheio!

Todos os personagens tem MUITOS segredos, incluindo a detetive Sarah Linden e o seu parceiro.

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Suspeitei de quase todo mundo do início ao fim e fiquei um tanto surpresa com o desfecho do caso Rosie Larsen.

A trama é inspirada num seriado dinamarquês chamado “Forbrydelsen” e, pelo que li por aí, o final muda entre a versão americana e a versão dinamarquesa.

Já coloquei o seriado dinamarquês na minha listinha de afazeres, porque ele também está disponível no Netflix.

Abaixo, o trailer legendado:

 

Não é make, mas é demais

Não é make, mas é demais: Top Of The Lake

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Queria muito fazer um vídeo de Netflix com o Marinão sobre essa série, só que um terçol do mal atrasou minha vida nessa semana, o que me fez escrever ao invés de filmar.

Mas vamos ao que interessa…

Top Of The Lake é uma história tensa, viu?

Tudo começa quando Tui, uma menina de 12 anos, tenta se matar num lago gelado em uma pequena cidade na Nova Zelândia.

Ela é filha do traficante da região e ao ser levada ao hospital, a gente descobre que ela está grávida de cinco meses.

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Robin Griffin, uma detetive especializada em crianças que visitava a pequena cidade por conta da mãe doente, é chamada para investigar o caso.

Ela conversa com a menina que então aceita escrever num pedaço de papel o nome do seu estuprador.

No bilhete dizia “ninguém”.

Pouco tempo depois, a menina desaparece.

A busca é intensa e ao longo dos episódios vamos descobrindo segredos muito antigos da comunidade e de Robin.

Quanto mais ela se esforça para encontrar Tui, mais evidente fica o seu trauma quanto a um segredo bem difícil do passado.

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A série é pesada e tem cada treta que até Deus duvida…

Achei muito instigante e assisti tudo em dois dias, porque precisava saber o que aconteceu com a Tui e quem era o (criminoso e…) pai do bebê.

Vale dizer que o elenco é super competente e que as paisagens da Nova Zelândia são INCRÍVEIS.

A primeira temporada está disponível no Netflix e eu li em algum lugar que nesse ano haverá continuação, mas não sei se é verdade…

Abaixo está o  trailer:

Não é make, mas é demais

Não é make, mas é demais: Zombie Dice

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Michonne aprova!

Uma pena que o jogo chegou depois que a temporada de The Walking Dead acabou, porque seria MUITO divertido fazer uma festinha temática com comes, bebes e jogos.

E do que se trata Zombie Dice?

É um jogo de dados e na história você é um zumbi que está com fome e precisa comer muitos cééééérebros.

Os dadinhos são as vítimas e quem conseguir comer 13 cérebros primeiro, vence!

Uma partida pode ter dois, três, dez ou cem jogadores (sério!) e, dependendo da quantidade de pessoas, as rodadas são bem rápidas.

Dá pra jogar muitas partidas numa noite só!

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Dadinhos

O jogo funciona assim:

Os dados tem símbolos: cérebro (oba! almoço!), pegadas (sua vítima escapou) e tiro de escopeta (você se machucou).

Eles também tem cores:

  • Verde – Fácil, tem mais cérebros do que tiros
  • Amarelo – Médio, tem quantidade igual de cérebros, tiros e fujões
  • Vermelho – Difícil, tem mais tiros do que cérebros

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Zombie Dice

Na sua vez, você chacoalha o copinho, retira três dados sem olhar as cores deles e então os rola para conseguir os cérebros.

Dá pra rolar quantas vezes quiser, sempre de três em três dados, mas cuidado, porque você fica com os cérebros, mas também acumula os tiros de escopeta.

Ao acumular três tiros, você morre e perde todos os cérebros dessa rodada.

O jogo vem com um folheto que explica direitinho as regras e não leva mais do que 5 minutos para aprender.

Abaixo está uma partida de Zombie Dice com Wil Wheaton e amigos (a parte específica sobre ZD começa a partir dos 10min).

Foi esse vídeo que me fez querer comprar o jogo :)

Encontrei Zombie Dice no Mercado Livre.

Custou R$59,99 + frete, o que foi um tanto salgado para uma dúzia de dadinhos, mas tudo bem…

Ele é muito divertido!

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