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Não é make, mas é demais

Não é make, mas é demais

Não é make, mas é demais: Podcast “Liar City”

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Como eu adoro podcasts!

Já que Game of Thrones só volta ano que vem e os podcasts sobre a série esfriaram um pouco, estava em busca de novidades para escutar enquanto trabalho.

Acabei encontrando Liar City, um podcasts sobre mentiras e mentirosos.

Cada episódio aborda um tema diferente, de histórias famosas a casos mais desconhecidos.

Já comentei sobre Lar City num vídeo recente, mas vale um post só pra ele, porque os programas são super interessantes.

Um exemplo de caso inacreditável exposto pelo podcast é a triste história dos gêmeos Reimer e do Dr. Money:

Em meados da década de 60, os gêmeos idênticos Bruce e Brian Reimer vieram ao mundo.

Quando tinham seis meses, os meninos foram levados ao hospital para tratarem um caso simples de fimose e durante o procedimento de circuncisão de Bruce, o médico fez uma cagad* enorme…

Utilizou uma pinça de metal em conjunto com um instrumento elétrico de cauterização, o que queimou por completo o piupiu do guri.

E esse médico da fimose não é a pior pessoa da história…

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A família de Bruce passou muito tempo consultando com toda sorte de médicos para tentar corrigir o problema, mas naquela época não havia nada que pudesse ser feito.

E é aí que entra Dr. Money, o psicólogo com o nome mais suspeito da vida!

A mãe de Bruce assistiu a uma entrevista dele na televisão e achou que sua clínica especializada em gênero e sexualidade seria a solução, já que Dr. Money tratava transexuais e pessoas nascidas com órgãos reprodutores ambíguos.

Ao escutar a história de Bruce, o psicólogo viu a oportunidade ideal para comprovar sua teoria de que bebês são “neutros” ou seja, são uma folha em branco no que diz respeito a gênero.

Se um menino for criado desde cedo como menina, ele será uma menina.

Os gêmeos idênticos da família Reimer eram o caso perfeito para o estudo e foi aí que, aos dois anos e sob os cuidados do Dr. Money, Bruce virou Brenda.

Não preciso nem dizer que essa história acabou muito mal, mas não contarei mais detalhes caso alguém aqui queira experimentar o podcast e escutar esse episódio.

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Não é make, mas é demais: The Get Down

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Graças aos Jogos Olímpicos Rio 2016, passei duas semanas inteiras afastada do Netflix.

O meu retorno se deu com The Get Down, uma série sobre o surgimento do hip hop na década de 70.

O projeto é de Baz Luhrmann, responsável por sucessos como Moulin Rouge, Romeu + Julieta e O Grande Gatsby.

Considerando a fama do cineasta australiano, esperava uma produção de encher os olhos e não fiquei decepcionada.

O visual é incrível e a trilha sonora é de altíssima qualidade!

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The Get Down mostra a vida caótica no sul do Bronx em 1977 através da trajetória de dois personagens:

Ezekiel, um adolescente que tem muito talento para rimas, e sua crush Mylene, uma jovem de família conservadora que sonha em virar a nova estrela da disco music.

Ezekiel encontra um jeito de aproveitar seu talento com as palavras ao conhecer o grafiteiro Shaolin Fantastic e o mundo das festas “Get Down”, onde o DJ Grandmaster Flash mixa sons de álbuns existentes acompanhado por MCs e seus versos improvisados no ritmo da batida.

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Adorei, mas confesso que tive um pouco de dificuldade para terminar o primeiro capítulo…

Mesmo com o visual maravilhoso e super colorido (tem uma sequência na discoteca que é demóóóis), os 90 minutos iniciais da trama alternam momentos com muitas referências (a ponto de ser demais pra eu digerir) e momentos que achei meio arrastados.

A história ficou mais direta a partir do terceiro episódio e aí engatei um capítulo no outro até chegar ao final da primeira temporada :)

Se você gosta de música, de grafite e do colorido dos anos 70, não deixe de conferir!

Abaixo está o trailer legendado:

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Não é make, mas é demais: Calça de cintura alta

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J? mostrei bastante no Snap (marina2beauty) meu jeans preferido, mas faltava fazer um post pro blog, porque cal?a de cintura alta ? vida!

O drama de ficar com o cofre de fora acabou e o efeito “muffin top” (que ? quando os gordinhos tentam escapar da cal?a) j? era…

Talvez seja um sinal da minha idade, mas n?o tenho mais paci?ncia com cal?as de cintura baixa.

H? algumas semanas, encontrei esse jeans preto modelo “hot pants” numa loja perto de casa e, desde ent?o, voltei mais algumas vezes na loja para comprar o mesmo modelo em outras cores, porque:

  1. Sofro da s?ndrome da ?rf? (tudo acabar? amanh? e eu nunca mais conseguirei outro jeans igual)…
  2. Odeio a sensa??o de brisa no cofrinho quando sento e…
  3. Meu cora??ozinho de pedra endurece mais um pouquinho toda vez que meus pneus ficam marcados debaixo da blusa.

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A cal?a de cintura alta ajuda a conter meus Baconzitos e, por conta disso, tenho aproveitado blusas mais justas que h? tempos estavam paradas, porque sempre optava por op??es mais soltas e compridas ao tentar evitar os itens 2 e 3 da listinha acima.

Entre parentes e amigos, j? me perguntaram v?rias vezes se eu emagreci.

Estou com o mesmo peso, o que muda ? que agora eu uso blusas que valorizam mais a cintura, j? que os meus pneus n?o conseguem dar o ar da gra?a nessas cal?as.

A cintura dela ? t?o alta que quase bate no sovaco, mas eu nem ligo…

Se voc?s tem dicas de jeans assim, por favor, me avisem :)

E pra quem quer saber do meu jeans preferido, ele ? da marca Lady Rock, modelo Hot Pants.

PS: Se algu?m souber como disfar?ar o gordinho do suti? nas costas, me conta! Ainda t? esperando por essa ben??o na minha vida…

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Não é make, mas é demais: River

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Obrigada a todo mundo que me indicou essa série! Gostei muito :)

River é um drama policial cheio de tensão e reviravoltas.

A história começa um pouco devagar e eu até pensei duas vezes se deveria continuar assistindo ou não, mas que bom que persisti.

A trilha sonora tem duas músicas que não saem da minha cabeça há dias e a atuação do elenco, em especial de Stellan Skarsgård como John River, é de altíssima qualidade.

Fato curioso: Stellan é o pai dos atores Alexander Skarsgård (vampiro Eric de True Blood) e Bill Skarsgård (boy mimadinho de Hemlock Grove).

Quando apertei o botão de play, não sabia muita coisa sobre a história e não tinha idéia do que esperar.

Acho que isso fez com que a experiência fosse ainda mais bacana!

Se você quer seguir pelo mesmo caminho, NÃO LEIA O POST ATÉ O FINAL. Pare aqui!

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O seriado gira em torno de John River, um detetive fechadão e solitário que é atormentado pelo assassinato de sua parceira de trabalho.

River é um policial brilhante cuja genialidade se alinha com sua maior fragilidade:

Ele é assombrado pelas vítimas dos assassinatos que investiga.

Assombrado MESMO!

Pra mim, não ficou totalmente claro se são fantasmas ou se são alucinações causadas por um problema psicológico, mas o fato é que River tem altas conversas com aqueles que já se foram.

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Em certas horas, parece que o cara é maluco!

Em outras, parece que ele tem um nível de claridade mais alto do que o das pessoas normais, já que vários insights que auxiliam nas investigações são fruto do seu “dom” de falar com os mortos.

O ponto principal da história é o luto e a obsessão de River pelo assassinato de sua parceira. Mesmo depois de ser proibido, ele continua no caso e descobre que ela tinha muitos segredos…

A primeira temporada com oito capítulos está disponível na Netflix Brasil.

Abaixo está o trailer (não achei legendado, infelizmente):

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Não é make, mas é demais: Vinhos!

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Seria lindo fazer um vídeo “Degustando com o Marinão” pra falar de vinho, mas enquanto essa idéia não vira realidade e já que muita gente me pede sugestões, aqui estão alguns dos meus favoritos.

Eu prefiro vinhos mais leves, então o post está recheado deles. Não tem um tinto pra contar história, porque eu gosto mesmo é de vinho branco.

vinho

A lista não está organizada por ordem alguma, mas se vocês estão curiosos, os rótulos que eu mais amo são Casal Garcia e Frascati Villa Fabrizia.

Só pra constar: Não sou expert no assunto! Eu sei tão pouco, que harmonizo Doritos com vinho, ok? Meu paladar não é dos mais refinados :)

vinhos

1. Santa Carolina Reservado Sauvignon Blanc: Vinho chileno cultivado no Valle Central.

DESCRIÇÃO:
Vinho de cor amarelo palha com aroma de frutas tropicais (abacaxi), frutas cítricas (laranja) e floral discreto. Possui sabor seco, corpo leve, acidez equilibrada, final agradável.
Média de preço R$25-30.

2. Casal Garcia Rose: Vinho português cultivado na região dos Vinhos Verdes.

DESCRIÇÃO:
Cor rosada com um aspecto límpido e ligeiramente efervescente. Aroma frutado sobressaindo notas de framboesa e morango. Sabor evidente da fruta vermelha, bem conjugada com uma acidez equilibrada que confere a este vinho um grande frescor, uma estrutura sólida e um final harmonioso e de persistência suave.
Média de preço R$40-50.

3. Casal Garcia Branco: Vinho português cultivado na região dos Vinhos Verdes.

DESCRIÇÃO:
Cor amarelo palha com toque esverdeado. Aspecto límpido e ligeiramente efervescente. Aroma delicado, levemente frutado, com toques florais. Paladar suave, fresco, jovem, equilibrado. Boa acidez.
Média de preço R$40-50.

4. Santa Helena Reservado Sauvignon Blanc: Vinho chileno cultivado no Vale do Casablanca.

DESCRIÇÃO:
Vinho cor verde claro. Aroma denota lichia, goiaba e fortes notas herbáceas. Vinho refrescante. Sua boa acidez ressalta o paladar de frutas.
Média de preço R$30.

5. Casillero del Diablo Reserva Sauvignon Blanc: Vinho chileno cultivado no Valle Central.

DESCRIÇÃO:
Vinho de cor amarela com reflexos esverdeados, límpido e brilhante. Fresco e cítrico com notas de pêssego e groselhas. Vinho elegante, redondo e pleno na boca. Balanceado por uma acidez fresca.
Média de preço R$50-60.

6. Frascati Villa Fabrizia: Vinho italiano cultivado na região de Lazio.

DESCRIÇÃO:
Cor amarelo palha. Aroma de frutas brancas frescas e toques florais. Paladar seco, corpo leve, boa acidez. Equilibrado e muito refrescante.
Média de preço R$40.

7. Gato Negro Sauvignon Blanc: Vinho chileno cultivado no Valle Central.

DESCRIÇÃO:
Coloração amarelo palha com reflexos esverdeados. Aroma de frutas frescas, notas de ervas frescas e flor de tomate. Gustativo fresco, balanceado e frutado, com final agradável e leve.
Média de preço R$30.

8. Concha y Toro Reservado Sauvignon Blanc: Vinho chileno cultivado no Valle Central.

DESCRIÇÃO:
Coloração amarelo palha com reflexos esverdeados. Aroma de frutas cítricas com notas de ervas de cozinha frescas, como manjericão. Gustativo leve, fresco, com notas de frutas cítricas e toque de ervas frescas.
Média de preço R$40.

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Não é make, mas é demais: Stranger Things

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Gostei tanto!

Stranger Things é uma série de sci-fi da Netflix que conta uma história muito doida e cheia de nostalgia, porque ela se passa nos anos 80.

A trilha sonora é ótima e pra quem viveu sua infância ou adolescência nessa década, é fácil sentir um pouco de saudade.

A história começa em 1983, em uma pequena cidade em Indiana, quando o menino Will Byers desaparece no caminho pra casa.

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Na mesma época do desaparecimento, um experimento de laboratório parece dar muito errado e surge na cidade uma garotinha misteriosa com os cabelos raspados.

A mãe de Will, interpretada por Winona Ryder, fica desesperada atrás do menino e tenta de tudo para se comunicar com ele.

Os amiguinhos do garoto também se mobilizam para encontrá-lo e gente! Esses meninos são muito maravilhosos :)

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Lembrei de Goonies, lembrei de Conta Comigo, lembrei de Super 8 do Spielberg e de mais uma porção de outras referências, porque Stranger Things é uma mistura louca!

Se você curte mistérios, sci-fi, Stephen King, anos 80 e até Dungeons & Dragons, se joga, porque o seriado tem um pouco de tudo e é impossível não se apaixonar pelos corajosos amiguinhos do Will.

A primeira temporada conta com oito episódios que já estão disponíveis na Netflix.

Abaixo está o trailer legendado:

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