Categoria

Não é make, mas é demais

Não é make, mas é demais

Não é make, mas é demais: 5 colírios pra animar segunda-feira

Há duas semanas que o blog não tem o post clássico de segunda, mas eu já estou voltando das férias e daqui uns dias, o ritmo do 2Beauty volta ao normal.

Como eu sei que segunda-feira FEDE e que às vezes a gente precisa de um agradinho pra começar bem a semana, aqui vão cinco colírios para aliviar a depressão pós finde…

3
Manuel Neuer

POR MOTIVOS DE:
Saudade crônica da Copa do Mundo (e porque começar a semana com um anjo loiro nunca é má idéia).

1

2
Hugh Jackman

POR MOTIVOS DE:
Tanquinho do amor eterno. Ontem você lavou a roupa na área de serviço, hoje você lava a alma no computador da firma.

2

5
Rodrigo Hilbert

POR MOTIVOS DE:
Serviço completo! É magia que conquista pelos olhos e pelo estômago. Com um bophe lindo desses no buffet do almoço, você come até os figos de sobremesa…

3

1
Jensen Ackles

POR MOTIVOS DE:
Todo mundo precisa exterminar os fantasmas da segunda-feira. Jensen é expert do sobrenatural, então por alguns minutinhos antes de começar o trabalho, respira fundo, fecha os olhinhos e let it go, let it go

4

4
Ian Somerhalder

POR MOTIVOS DE:
Vampirismo sensual e identificação total, porque assim como o personagem do Ian, hoje você gostaria de passar o dia todo dormindo ;)

5

Não é make, mas é demais

Não é make, mas é demais: Cinco filmes “relembrar é viver”

Depois das duas votações boy magia anos 90, relembrei de alguns filmes que me fizeram suspirar durante a minha adolescência e aí surgiu a idéia de fazer post com os meus preferidos.

Tem tanta coisa legal dessa época que tenho certeza que a lista poderia ser bem maior se minha memória fosse um pouco melhor.

Quem souber de mais títulos, porfa!, comenta :)

1

Ela é Demais

História clássica do bonzão popular da escola que deixa de ser um fútil do caramba e se apaixona pela “nerd”.

Depois de tomar um pé na bunda da namorada gostosona, Freddie Prinze Jr. aposta com Paul Walker que ele consegue transformar qualquer menina do colégio na rainha do baile.

A escolhida é Rachael Lee Cook, a esquisita das artes que fica musa depois de um banho de loja, um pouco de maquiagem e uma escova bem feita.

O boy começa a gostar de verdade da menina e #TodasSuspira…

giphy

Também quero makeover “gatona do baile edition”, Freddie. Me liga!

PS: Be silent. Be still. Be silent. Be still…

2

Nunca Fui Beijada

Assisti apenas 10 mil vezes…

Drew Berrymore sofreu altos bullyings na época do colégio e anos depois volta à mesma escola, agora disfarçada de aluna para escrever um artigo sobre adolescentes.

Enquanto ela estuda seus colegas, acaba fazendo amizades, se tornando popular e se apaixonando pelo profe bophescândalo que fica super confuso ao sentir atração por uma aluna do ensino médio.

Se você não sentiu arrepios com a cena final do filme, você não tem coração!

tumblr_inline_mpab4rYlYI1qz4rgp

História da minha vida, colega.

PS: I’M NOT JOSIE GROSSIE ANYMORE!

3

10 Coisas Que Eu Odeio Em Você

Uma das minhas colegas de colégio assistiu e fez a maior propaganda de que era um filme maravilhoso e que tinha o cara mais gato e fofo de todos os tempos, então eu resolvi conferir e…

Me apeguei.

FORTE.

10 Coisas Que Eu Odeio em Você é a história de como o Joseph Gordon-Levitt, um garoto meio bundão, paga Heath Ledger, o cara “barra pesada” do colégio, para chamar Julia Stiles, a menina mais invocada EVER, pra sair. Tudo isso porque ele está de olho na irmã dela e o pai das meninas só deixa ela ir ao baile do colégio se a irmã mais velha for junto.

tJ9Ld7Z

Meu útero adolescente entrou em combustão e quase não chegou à idade adulta graças às covinhas do boy.

PS: I hate the way you talk to me, and the way you cut your hair
I hate the way you drive my car,I hate it when you stare.
I hate your big dumb combat boats, and the way you read my mind.
I hate you so much, that it makes me sick, and even makes me rhyme.
I hate the way you’re always right.
I hate it when you lie.
I hate it when you make me laugh, even worse when you make me cry.
I hate it when you not around, and the fact that you didn’t call…
But mostly I hate the way I don’t hate you,
Not even close,
Not even a little bit,
Not even at all.

4

Cinco Evas e Um Adão

Não é um filme muito conhecido, mas é super divertido!

Nessa comédia romântica, Monica Potter é uma mulher bem-sucedida que restaura pinturas no Metropolitan Museum of Art e que divide o apartamento com quatro top models sem noção.

O ex namorado meteu uns chifres nela, mas a vida parece melhorar quando nossa protagonista conhece o fofo do Freddie Prinze Jr., um jovem executivo que mora no prédio em frente.

Estava tudo ótimo, até o dia que ela vê pela janela o que parece ser Freddie assassinando cruelmente uma biscat com um bastão de beisebol. A partir de então, ela e suas amigas tops tentam desvendar o caso…

2001_head_over_heels_009

Nada como um novo amor e uma investigação policial com azamyghe para remendar um coração partido.

PS: I’m getting hives just being around all these ugly people.

5

Para Sempre Cinderela

Para Sempre Cinderela é uma adaptação do clássico conto de fadas.

Acho que nem preciso resumir, mas vamos lá: Drew Barrymore perde o pai e é sacaneada ao extremo pela madrasta e irmãs postiças.

Como vocês já podem imaginar, depois de comer o pão que o diabo amassou, ela dá a volta por cima, fica com o boy magia e quase mata de recalque as inimiga tudo (assim, escrito sem concordância alguma, pelo efeito dramático).

tumblr_m4p97eizgm1r5hjnko1_500

tumblr_mula5zc7WL1r69ktqo2_500

Menção honrosa pras calças brancas recheadas de meias (será?) do príncipe.

PS: Breathe. Just breathe.

Não é make, mas é demais

Não é make, mas é demais: Penny Dreadful

penny1

Há tempos que não postava sobre os seriados que estou assistindo.

A verdade é que eu não tinha nenhuma novidade boa para compartilhar, então esta TAG do blog ficou meio parada.

Há umas duas semanas, descobri Penny Dreadful e em poucos dias, acabei com os 8 episódios da primeira temporada da série.

Se você gosta de monstros e casos sobrenaturais, ela é um prato cheio!

Tentando explicar da maneira mais resumida possível, é tipo a versão horror & suspense de “Once Upon a Time”.

O elenco conta com Timothy Dalton, Eva Green, Josh Hartnett e Billie Piper e a história gira em torno das aventuras de personagens famosos como Dr. Frankenstein, Drácula, Dorian Gray e Van Helsing.

penny2

penny3

O primeiro capítulo começa em Londres, em 1800, com uma investigação policial de uma série de assassinatos brutais que chama a atenção do Sr. Malcolm Murray (Timothy Dalton) e de sua assistente Vanessa Ives (Eva Green).

Murray está em busca de sua filha desaparecida e recruta dois reforços para encontrá-la: Dr. Victor Frankenstein (Harry Treadaway), um médico com segredo sombrio em seu passado, e Ethan Chandler (Josh Hartnett), um americano que é ótimo com armas e que está tentando começar uma nova vida em Londres.

A partir das investigações do grupo, a história se desenvolve e novos personagens são apresentados.

Não me apeguei aos primeiros capítulos, mas da metade para o final, ficou MUITO bom.

Quem se interessa por esse universo de fantasia e horror vai se divertir com a mistura de personagens e histórias clássicas do gênero.

O título “Penny Dreadful” se refere aos folhetins de horror que custavam 1 centavo na Inglaterra do século 19.

penny4

Produzida pelo canal Showtime, a primeira temporada acabou há pouco tempo nos EUA e uma segunda temporada com 10 novos episódios já foi encomendada.

No Brasil, o seriado fez sua estréia no dia 13 de junho no canal HBO.

Se te interessou, o primeiro episódio de Penny Dreadful pode ser visto com legendas no canal da HBO Brasil no Youtube:

Não é make, mas é demais

Não é make, mas é demais: Documentário “SENNA”

1

Como há poucos dias foi o aniversário de 20 anos da morte do Senna, resolvi rever o documentário lançado em 2010 sobre a vida dele.

Eu era pequena quando o Senna teve a sua fase mais vitoriosa e ainda era uma menina no dia em que ele faleceu.

Lembro de acompanhar as corridas na casa da minha vó aos domingos, junto dos meus primos e tios, e de torcer por chuva, porque ele era o gênio da pista molhada.

Lembro de ficar admirada com uma de suas provas em Interlagos, quando a pista foi invadida de gente alucinada de felicidade por ele ter vencido.

Lembro de odiar o Alain Prost e de achar injusta aquela temporada que ele e a Williams venceram, porque os carros da Williams eram tão avançados que tiravam toda a graça das corridas.

2

3

E lembro de como foi triste o dia do acidente do Senna, de chorar com a reportagem do Fantástico daquele domingo a noite e de como o Brasil parou no dia do enterro.

Eu assisti pela TV as ruas de São Paulo lotadas de gente com bandeiras em verde e amarelo dando o seu último adeus.

Até hoje, é uma das lembranças mais comoventes e tristes que eu tenho.

Numa época em que o nosso país era ainda mais desigual do que é hoje e num tempo que ninguém tinha muitos motivos para sentir orgulho do que é nosso, o Senna levava as nossas cores no capacete e acenava a nossa bandeira em todas as suas vitórias.

Ele era motivo de alegria, de orgulho e de admiração.

Ele era o Ayrton Senna DO BRASIL.

Quando tinha uns 20 e poucos anos, numa conversa com um casal americano sobre esporte e ídolos, tentei explicar pra eles quem foi o Senna, mas não consegui terminar a história, porque comecei a chorar igual criancinha.

Ele foi uma pessoa tão carismática e a morte dele foi uma coisa tão chocante que me marcou pro resto da vida.

20 anos depois, se tocar o tema da vitória, os olhos ainda enchem de lágrimas.

4

A Copa está chegando e hoje eu não vejo alguém no esporte (ou em outra área) capaz de unir o Brasil inteiro em admiração e respeito como ele fez anos atrás.

É uma pena que a geração mais nova não tenha esse exemplo do Senna e é por isso resolvi escrever este post, porque a história dele é uma história que vale ser compartilhada e lembrada para sempre.

O documentário sobre esse homem incrível pode ser baixado na iTunes Store.

Também pode ser adquirido em sites como Submarino e Americanas.com.

Aqui vai o trailer:

Não é make, mas é demais

Não é make, mas é demais: 5 canções do rock argentino

_rock

Minha adolescência em espanhol (nos raros momentos que deixei de lado os CDs dos BSB)

Não sei se já comentei aqui, mas quando eu tinha 15 anos, escolhi viajar com algumas amigas ao invés de “debutar”.

Fomos a Buenos Aires e a Bariloche numa excursão especial para aborrecentes de 14 a 17 anos e foi demóóóis!

Voltei de lá amarradona num CD dos hits argentinos que o guia da excursão gravou no notebook e revendeu a preços exorbitantes para a gurizada (coisa de $15 dólares na época).

Escutei aquele CD todos os dias por praticamente um ano e só me desfiz , porque ele ficou todo arranhado e pulava metade das músicas.

Em 2013, quando fui a Buenos Aires depois de mais de 10 anos (gente, olha a velhice… já faz mais de década que eu fiz alguma coisa), estava num dos bares da cidade quando escutei uma daquelas músicas do CD.

Desde então, estou fazendo o possível para relembrar de todo o resto.

Na viagem que fiz no início do mês, redescobri mais uma música e semana passada, uma amiga minha me lembrou de outra.

Já tenho 7 das 12 canções e como eu gosto MUITO de todas elas, achei que valia a pena compartilhar.

Se mais alguém tiver noção do que tocava em Buenos Aires e Bariloche entre 1995 e 1999 e quiser dar uma dica, eu super agradeço!

1- Verano del ’92 – Los Piojos

Essa era a preferida da galera, porque a batida é MA-RA. Tocava sempre enquanto íamos de um lugar a outro no ônibus da excursão. A gente não entendia metade da letra, mas entre um ô ô ô ôôô e outro, o povo gritava ‘Barilo-Barilo-Barilocheeee’.

2- A Rodar Mi Vida – Fito Páez

Eu preciso de um gif para exemplificar sobre como quando tocava o refrão e eu rodava e rodava e rodava até ficar super tonta no meio da pixxxta…

tumblr_lv6lphFLlG1qzg7ck

Quiero salir, si, quiero vivir
Quiero dejar una suerte de señal
Si un corazon triste pudo ver la luz
Si hice mas liviano el peso de tu cruz
Nada mas me importa en esta vida
Chau, hasta mañana

Obrigada, Fito!

3- Corazón – Los Auténticos Decadentes

Essa a gente dançava com direito a passinhos coreografados na buatchy. Mais uma letra que eu não sabia nem da metade, mas que eu super me fazia de entendida cantando apenas a primeira parte do refrão sobre não ser seu prisioneiro e não ter alma de dolor ou o que seja…

4- No Le Dijo Nada – Los Ladrones Sueltos

Se você tem entre 20 e tantos ou 30 e poucos anos e foi criado no Rio Grande do Sul, garanto que mesmo sem ter ido à Argentina você não só conhece, como também canta junto este CLÁSSICO dos anos 90. No Le Dijo Nada (juntamente com La Rubia del Avión) tocava até nas matinês da praia.

5- Mariposa Tecknicolor – Fito Páez

Fito tem aparição dupla no post (e poderia ser tripla ou quádrupla, porque ele tem muitas canções maravilhosas), mas esta é, na minha humilde opinião, a melhor música do CD e a melhor música em espanhol EVER!

A letra é linda e o ritmo é tão gostoso que é praticamente impossível não querer dançar.

Llevo la voz cantante
Llevo la luz del tren
Llevo un destino errante
Llevo tus marcas en mi piel
Y hoy solo te vuelvo a ver
Y hoy solo te vuelvo a ver
Y hoy solo te vuelvo a ver

Obrigada, Fito! – Parte II

. . . . . . .

BÔNUS ROUND: Porque o meu CD tinha músicas de bandas e cantores de outros países de língua espanhola…

A Fuego Lento – Rosana Arbelo

Se essa música não foi a trilha sonora de algum casinho que você teve anos atrás, então sorry, a sua adolescência não existiu nos anos 90.

A outra opção é você ter vivido debaixo de uma pedra, isolada do resto da sociedade e de todas as rádios e festinhas de colégios e clubes. Tocou tanto que até enjoou!

Cómo Te Extraño – Café Tacvba

É melô dos stalkers, mas é uma música fofíssima! Ela foi originalmente gravada por Leo Dan, um cantor e compositor argentino. Anos depois, a banda mexicana Café Tacvba fez uma versão mais moderna e super delicinha de ouvir.

. . . . . . .

BÔNUS ROUND 2: Porque minhas leitoras são as melhores e uma delas me ajudou a encontrar mais uma música duas músicas:

Levantando Las Manos – El Simbolo

‘Es el ritmo nuevo que traigo para ti’ graças à leitora Fabíola. Agora dá licença que eu vou ali passar o resto do dia levantando as mãos e mexendo a cintura enlouquecidamente :)

Provócame – Chayanne

A música que fez eu voltar no tempo e me ver em meio ao show de lasers da ByPass ou perdida na imensidão da Grisu.

Serei grata por toda a eternidade, Fabíola!

Não é make, mas é demais

Não é make, mas é demais: Blackfish

bf1

Estava de bobeira em casa quando resolvi dar uma olhada na seleção de documentários do Netflix.

Vi uma fotinha da orca, pensei “Shamu! Oba!” e cliquei em play sem sequer ler a descrição, porque eu adoro documentários e qualquer coisa relacionada ao National Geographic e afins.

Em poucos minutos, vi que Blackfish não era exatamente o que eu estava imaginando, a começar pela gravação de uma chamada feita à delegacia de Orlando:

Precisamos que alguém responda a respeito de uma morte no Sea World. Uma baleia comeu um dos adestradores.

Uma baleia comeu um dos adestradores?

Correto.

Meu estômago gelou, mas continuei assistindo e quando o documentário acabou, passei horas pensando nele.

bf2

Blackfish começa com a trágica morte de uma adestradora do Sea World e a partir desse incidente, conta a história de Tilikum e o desenrolar de uma investigação sobre o famoso parque de Orlando.

Tilikum é um macho de mais de 5 mil quilos que está envolvido na morte de três pessoas.

Ele foi comprado muito jovem pelo parque canadense Sealand e sofreu constantes ataques de duas outras orcas que já estavam lá.

Eu não sabia, mas orcas vivem em comunidades e cada comunidade tem uma “linguagem” diferente.

Só porque são da mesma espécie, não significa que elas se darão bem no cativeiro.

É comum brigas entre orcas em confinamento e Tilikum apanhou com frequência de suas colegas de casa, porque os três passavam as noites na escuridão total, trancados numa caixa de metal apertada demais.

Um antigo adestrador do Sealand chorou ao comentar como era triste ter que prender Tilli quando o parque fechava, porque ele sabia que no dia seguinte a orca estaria coberta de cortes e arranhões.

bf3

Não quero contar toda a história, porque assim o documentário perde a graça, mas o ponto é que na década de 90 Tilli fez sua primeira vítima.

O parque fechou após o ocorrido e de lá ele foi para o Sea World, onde atacou (e matou) mais duas pessoas.

Passei boa parte do documentário com medo dele, mas ao terminar, o meu sentimento foi de pena e de tristeza.

Orcas não são naturalmente violentas.

Elas são altamente sociáveis e muito inteligentes.

O confinamento é que acaba gerando a brutalidade.

Se me tirassem da minha família para viver num cubículo com gente que eu nem conheço, fazendo truques em troca de comida, eu também ficaria muito louca e acabaria machucando alguém.

E esse é o ponto do documentário.

Através de entrevistas com adestradores e especialistas em vida marinha, ele nos faz conhecer um pouco melhor os animais e aponta para as diferenças entre a imagem de felicidade e harmonia que o Sea World divulga ao mundo e a realidade dos bastidores.

Aqui vai o trailer em inglês (porque não encontrei em português):

Se você tem Netflix, é só procurar por “Blackfish”. Se não tem, passa no Google que você encontra onde baixar.

Não é make, mas é demais

Não é make, mas é demais: Sherlock

sherlock1

Ontem eu entendi como algumas leitoras são obcecadas pelo Benedict Cumberbatch mesmo ele sendo tão feio:

Sherlock, a série britânica baseada nos livros de Sir Arthur Conan Doyle sobre o detetive Sherlock Holmes.

Benedict Cumberbatch interpreta o personagem principal e Martin Freeman (olá, tio do Frodo!) faz o papel do Dr. John Watson.

Até o momento, foram lançadas três temporadas, cada uma com 3 episódios de uma hora e meia.

Conheci pelo Netflix e por causa de algumas seguidoras do blog que já haviam me recomendado a série.

sherlock2

Sherlock é uma versão moderna do detetive mais famoso de todos os tempos.

No primeiro episódio, somos apresentados ao Dr. John Watson, um médico que foi atingido por uma bala enquanto servia o exército britânico na Guerra do Afeganistão.

Watson está deprimido, desempregado e não tem dinheiro para pagar o aluguel de um apartamento em Londres.

Durante um passeio, ele encontra um antigo amigo que diz conhecer um homem que procura alguém para dividir um apartamento no centro da cidade.

E quem é esse homem?

Sherlock Holmes!

Sherlock é um consultor especial da Scotland Yard chamado para investigar os casos mais difíceis e que parecem não ter solução.

Os outros detetives não gostam dele, porque ele é excêntrico, se acha a última bolachinha do pacote e diz coisas como…

62971b34456bf83ef9e05f78b500d484

Anderson, não fale em voz alta, você baixa o QI de toda a rua.

Mas ele pode.

Com apenas um olhar, Sherlock é capaz de deduzir a vida inteira de uma pessoa.

Ele faz isso ao conhecer Watson e o médico fica impressionado.

Os dois acabam virando colegas de apartamento e, como vocês já devem ter imaginado, viram colegas de trabalho, resolvendo todo tipo de crime.

O seriado é tão legal que meus sentimentos por Benedict Cumberbatch mudaram drasticamente.

Os olhos claros…

A voz…

O sotaque britânico…

FOGO.
NOS.
OVÁRIOS.

tumblr_lyacki8gVk1qbdbcf

Eu fico até culpada de gostar tanto, porque parece que estou traindo meu marido (imaginário) e pai dos meus filhos (não nascidos), o Sherlock Holmes mais muso de todos os tempos e Homem de Ferro do meu coração, Sr. Robert Downey Jr.

sherlock4

Acho que se você já assiste e gosta de Elementary (produção americana sobre o mesmo tema) ou de programas como Law & Order e CSI, vai gostar muito de Sherlock, porque o estilo é parecido, mas a qualidade é infinitamente superior.

A estrutura de cada capítulo é similar ao de vários seriados policiais:

No início temos a apresentação do crime, seguida pela investigação e por fim, a solução.

Mesmo com uma hora e meia por episódio, a narrativa é rápida e cheia de informação. Não dá para desgrudar da tela!

O roteiro é super bem feito e a qualidade do elenco é excelente.

Johnny Lee Miller de Elementary que me perdoe, mas Benedict é infinitamente melhor no papel.

Seu Sherlock é menos previsível/canastrão e sua interação com o Dr. Watson de Martin Freeman é muito mais bem humorada e divertida.

Abaixo está o trailer da primeira temporada (legenda em português de Portugal):

Eu assisto pelo Netflix, mas também dá pra baixar as três temporadas de Sherlock na internet, em sites como eztv.it e afins.

Não é make, mas é demais

Não é make, mas é demais: True Detective

td0

Eu gosto de contrastes, então bora passar de todo o glamour e comédia que é RuPaul’s Drag Race para True Detective, um seriado mais sério e pesado.

Estava ansiosa para assistir desde que soube do projeto, porque o enredo me pareceu interessante e os atores são excelentes.

Não é todo dia que você tem um drama policial com Matthew McConaughey e Woody Harrelson, não é?

A história começa em Louisiana, 1995. Os detetives Martin Hart (Woody Harrelson) e Rustin Cohle (Matthew McConaughey) investigam o assassinato de Dora Kelly Lange, uma prostituta que foi encontrada ajoelhada em frente à uma árvore com um estranho símbolo tatuado nas costas e uma coroa de chifres na cabeça.

A narrativa pula de 1995 para 2012, quando o caso é reaberto e Cohle e Hart são entrevistados separadamente sobre a investigação.

Durante as entrevistas, descobrimos que os dois brigaram e que não se falam desde 2002.

td1

td2

Diferente de alguns dramas policiais da tv, True Detective é mais lento em sua narrativa.

O seriado alterna entre a investigação de 1995 e os depoimentos de 2012 e aos poucos vamos descobrindo que o foco da história não é o crime em si, e sim como ele afetou os dois detetives.

A investigação nos deixa com várias pulgas atrás da orelha e funciona como um pano de fundo interessantíssimo para o desenrolar da vida de Rust e de Marty ao longo de 17 anos.

Nos primeiros episódios, o que falta de ação, sobra no desenvolvimento dos personagens.

Martin Hart é o cara certinho com mulher e filhos enquanto Rust Cohle é um solitário cheio de filosofias estranhas.

Harrelson faz um bom trabalho como Hart, mas Matthew McConaughey está apenas incrível na pele de Rust.

Ele rouba todas as cenas.

TO-DAS!

Ele sozinho já é um bom motivo para acompanhar True Detective…

td3

O seriado estreou no canal HBO dos EUA e no canal HBO Brasil de forma simultânea em janeiro.

Metade episódios já foram ao ar e eu estou mais do que apegada.

A primeira temporada tem 8 capítulos e como todos eles foram produzidos pelas mesmas pessoas (mesmo diretor e roteirista nos 8 episódios), dá pra dizer que True Detective é mais mini série ou um filme muito longo do que um típico seriado de tv.

Para as próximas temporadas, o programa continuará em formato semelhante, mudando elenco e caso. Ou seja: teremos nova vítima e outros detetives comandando a investigação.

Aqui vai o trailer legendado da primeira temporada:

Se você gostou, dá pra ver os primeiros capítulos no NET Now e acompanhar os próximos episódios pela HBO.

Fechar