#Leituras2021: O Enigma do Quarto 622

#Leituras2021: O Enigma do Quarto 622


#Leituras2021: O Enigma do Quarto 622

Este foi um livro que me dividiu um pouco, pois, ao final de tudo, eu gostei, mas algumas partes foram mais difíceis de ler.

E eu culpo o Macaire. Zero paciência pra ele!

Mas vamos ao que interessa…

O Enigma do Quarto 622 começa com Joël, um escritor famoso que está na bad. Ele levou um pé na bunda da namorada e está passando pelo luto de seu querido editor.

Sim, o personagem se chama Joël e é escritor, igual ao autor do livro, Joël Dicker.

Não sei se a parte sobre a namorada (e todo o resto que está por vir) é baseada em fatos reais, mas Joël Dicker realmente perdeu alguém: Bernard de Fallois, grande amigo e editor responsável por sua carreira, faleceu em 2018.

O livro, recheado de lembranças dele, é uma bela homenagem a Bernard.

#Leituras2021: O Enigma do Quarto 622

Voltando à sinopse…

Para dar um tempo e mergulhar na escrita sem distrações, Joël se hospeda num hotel nos Alpes Suíços. Ao chegar lá, acha estranho que na porta do quarto vizinho ao seu, ao invés do número 622, está escrito “611 bis”.

Com a ajuda de outra hóspede do hotel, ele resolve investigar o que rolou ali e adivinha? ASSASSINATO!

Falei que o livro tem mais de uma linha do tempo? Pois ele tem!

Corta pro passado e pro chato do Macaire: um homem branco, rico e de meia-idade que não é um funcionário exemplar do banco onde trabalha, mas tem certeza que vai herdar a presidência após a morte do pai.

Macaire gosta de se iludir, sabe? E em breve o próximo presidente será anunciando num hotel chique, o mesmo em que o autor, no presente, está hospedado OU SEJA, Macaire iludido está envolvido no que houve no quarto 622.

A história é um quebra-cabeça gigante!

A gente quer saber o que houve no quarto, mas até chegarmos à resposta, passamos por um monte de pequenos mistérios (e suas soluções) ao longo da leitura.

Fora o meu ranço do Macaire, foi bom!

Joël Dicker é um autor talentosíssimo que sabe amarrar cada detalhe oferecido nas páginas.

Já leram “O Livro dos Baltimore”? É meu preferido dele!