#Desafio1LivroPorMês: Punição Para a Inocência

#Desafio1LivroPorMês: Punição Para a Inocência

#Desafio1LivroPorMês: Punição Para a Inocência

Este é “Punição Para a Inocência”, meu livro 10/12 do desafio #1LivroPorMês em 2020.

Após o choque da primeira experiência ruim com um título da Agatha Christie (Portal do Destino – não recomendo!), não demorei muito a ler outra obra dela.

Afinal, Agatha é uma rainha!

Ela escreveu tantos, mas TANTOS livros, que se um deles é super chato, a gente perdoa, né?

Tchau, Portal do Destino.

Olá, Punição Para a Inocência!

Sinopse:

Jacko Argyle, um homem problemático, é detido sob a alegação de que teria assassinado sua mãe em um surto de loucura, sendo condenado à prisão perpétua.

Anos depois, Dr. Arthur Calgary faz uma visita à família e diz ter certeza de que o preso é inocente.

O problema é que o Dr. Calgary chegou tarde demais, pois Jacko morreu na prisão.

Ao invés de alívio, os achados do doutor reabrem feridas antigas e trazem novas suspeitas.

Se Jacko não matou a mãe, o verdadeiro assassino pode estar entre eles…

#Desafio1LivroPorMês: Punição Para a Inocência

Minhas impressões:

Dramas de família? Curto!

Além da curiosidade causada pelo mistério principal (quem é o assassino?), me mantive interessada do início ao fim, porque a família Argyle é composta por pessoas super diferentes e cada uma delas guarda mágoa não só da mãe morta, mas dos outros integrantes.

Aliás, alguns personagens são meio insuportáveis e tudo bem, porque sou masoquista e curto passar um pouquinho de raiva no meu tempo livre.

Resumindo:

Tirando certas noções machistas e ultrapassadas (que a gente tenta relevar, porque o livro é de 1958) e um relacionamento nada a ver que aconteceu nas últimas páginas, foi uma foi uma leitura rápida e fácil!

Não é meu título preferido da rainha do romance policial, mas foi o suficiente para apagar a lembrança ruim que o sonolento Portal do Destino havia deixado em mim.