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Não é make, mas é demais

Não é make, mas é demais

Não é make, mas é demais: iZombie

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Resumindo: Uma série *fofa* sobre zumbis!

iZombie é uma adaptação livre dos quadrinhos de mesmo nome da Vertigo e conta a história de Olivia Moore, uma médica que estava com a vida certinha até ser transformada em morta-viva.

Liv era residente de cardiologia do hospital de Seattle e estava prestes a se casar com o amor da sua vida.

Tudo muda quando ela vai a uma festa num barco e rola um mini apocalipse zumbi!

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Liv é a única sobrevivente e rapidamente nota mudanças em seu corpo:

O cabelo perde a cor, ela não consegue dormir e está sempre com fome por cérebros.

Para manter seu segredo e proteger seu noivo e família, Liv se afasta de todos e abandona a residência no hospital para trabalhar no necrotério do Departamento de Polícia de Seattle.

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O novo emprego facilita sua dieta de morta-viva e a médica percebe que consegue ver parte das memórias das vítimas ao comer seus cérebros.

Graças a esses flashes de memória, Liv ajuda a polícia a solucionar crimes como se fosse uma espécie de médium/vidente.

iZombie não é uma obra prima da televisão, mas é uma série divertida e fácil de assistir, daquelas que te ajudam a “limpar o paladar” entre um episódio de Narcos e Westworld.

A primeira temporada de iZombie está disponível na Netflix e aqui vai o trailer legendado:

PS: Duvido não ficar viciada no refrão da música da abertura!

Marinão nas Alemanha tudo, Não é make, mas é demais

Não é make, mas é demais: Phantasia Land

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Parque de diversões não é o que vem à mente quando você pensa em visitar um lugar como a Alemanha, mas graças à Pam, acabei conhecendo o Phantasia Land e foi MUITO legal!

Caso você tenha viagem marcada para a região de Bonn e Colônia, vale a pena reservar um dia para passear por lá!

O parque é dividido em diferentes áreas, cada uma inspirada numa região, ex: China, Velho Oeste Americano, África e México.

Phantasia Land também tem um espaço de Mistério/Medieval e um espaço de Fantasia.

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Montanha-Russa Taron

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Carrossel

Eu gosto de sentir fortes emoções e quase tive um treco na mais nova montanha-russa do parque, a Taron, que fica na área medieval.

Meu útero quase saiu pela boca hahaha

A fila demorou um tanto, mas o lugar é tão bonitinho e a Taron foi tão divertida que eu não me incomodei de esperar.

No resto das atrações, não peguei fila por mais de 10 minutos, o que é sempre bom, porque assim a gente não perde a coragem, né?

E haja coragem pra encarar brinquedos como o Talocan na área do México! Ele te gira pra cima, pra baixo e… sobre fogo :)

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Talocan

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China Town

Entre um sofrimento e outro nos brinquedos mais radicais, a gente bateu perna por alguns lugares super fofos como China Town.

Essa área não tem atrações emocionantes, mas é tão bonita!

E é em China Town que fica hotel o Ling Bao e seu lindo jardim com lago de carpas <3

Outra área fofa é a Phantasia, voltada para crianças pequenas. Nela tem um lago com pedalinhos, uma montanha-russa mais light e, de acordo com a Pam, a melhor batata frita do parque.

Aproveitando o assunto comida, tenho que comentar dos churros maravilhosos de uma das vendinhas do Phantasia Land.

Pra fechar o dia com chave de ouro, a gente pediu duas porções, uma com chocolate e uma com calda de baunilha.

12 churros para 2 pessoas pode parecer bastante, mas aqui não tem amadores e as porções acabaram rapidinho hehehe

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Taron

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Colorado Adventure

Phantasia Land fica em Brühl, uma cidadezinha localizada entre Bonn e Colônia.

Eu saí de Bonn e depois de duas paradas do trem, estava na Hauptbanhof de Brühl, pronta para pegar o ônibus que leva os visitantes a Phantasia Land.

Esse ônibus sai da estação de meia em meia hora e te deixa na entrada principal do parque.

A passagem de ida e volta no busão custa €3,00 euros e na hora de ir embora, é só pegar o ônibus mais uma vez para retornar à Hauptbanhof de Brühl. Aqui tem toda a info de como chegar ao parque!

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Montanha-russa Black Mamba e churros

O ingresso para adultos varia de preço dependendo da época do ano. No verão, ele custa €45,00 euros e no inverno, €39,50 euros.

Crianças com menos de 4 anos tem entrada gratuita.

O preço para crianças de 4 a 12 anos, mulheres grávidas e adultos acima dos 60 é mais baixo: €29,00 euros no verão e €26,00 euros no inverno. Mais info sobre ingressos aqui!

Não é make, mas é demais

Não é make, mas é demais: The Last Podcast On The Left

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Esse podcast da Cave Comedy Radio com Ben Kissel, Marcus Parks e Henry Zebrowski é muito divertido!

Os apresentadores são tão engraçados que é difícil não dar algumas risadas mesmo que o tópico do dia seja um assassinato ou outro acontecimento horroroso.

Pra quem se interessa por psicopatas, serial killers e histórias de crime famosas ou obscuras, The Last Podcast On The Left é um prato cheio!

Seu arquivo tem mais de 200 episódios nos quais Ben, Marcus e Henry exploram assassinatos, sequestros, conspirações, cultos e até atividade paranormal.

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Não escuto os programas sobre atividade paranormal e aliens, mas adoro os episódios sobre serial killers.

Exceto por alguns casos, acredito que as pessoas não nascem ruins, então sempre fui fascinada pelas histórias de infância de criminosos notórios, tentando entender qual fator ou combinação de fatores fez com que eles se tornassem figuras desumanas.

Nesse sentido, The Last Podcast On The Left é muito bacana, porque os apresentadores começam cada capítulo expondo sua pesquisa sobre a família, criação e acontecimentos importantes na vida dessas pessoas.

E, como eu disse lá no início do post, é divertido!

O assunto é sério, mas é apresentado com humor (que muitas vezes passa longe do politicamente correto), imitações e vozes engraçadas do trio de comediantes.

Se você também gosta desse tipo de coisa e fala inglês, vale a pena conferir!

Toda quarta-feira tem episódio novo no site da Comedy Cave Radio e, para começar, recomendo os episódios sobre H. H. Holmes.

Não é make, mas é demais

Não é make, mas é demais: Westworld

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Enquanto Game of Thrones não volta, eu me entretenho com a última novidade da HBO: Westworld, um thriller de ficção científica com um pé no velho oeste.

Criada por Jonathan Nolan, irmão do diretor Christopher Nolan, e produzida por J. J. Abrams, a série é baseada no filme Westworld do novelista Michael Crichton, criador de ER e Jurassic Park, e tem um dos orçamentos mais altos da HBO.

Já falei do elenco super estrelado com Evan Rachel Wood, James Marsden, Ed Harris e Anthony Hopkins?

Então!

Elenco de primeira que tem até um pouco de Brasil com Rodrigo Santoro ali no meio…

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A história da série acontece em Westworld, um parque de diversões com temática do Velho Oeste.

Criado pelo Dr. Robert Ford (Anthony Hopkins), Westworld é habitado por androides tecnologicamente super avançados e tão visualmente perfeitos que você tem dificuldade de diferenciar quem é robô e quem é ser humano nos primeiros minutos da série.

Nesse parque, pessoas com muito dinheiro podem viver todas as suas fantasias sem medo das consequências.

Podem cavalgar livremente por Westworld, tomar drinks no velho bar e duelar com bandidos…

Também podem ir a uma das fazendas da região para estuprar e matar uma família de androides.

Pesado, não é mesmo?

Até onde o ser humano é capaz de ir quando não há consequências?

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Ao longo dos anos, os androides ou “anfitriões” de Westworld foram ficando cada vez mais humanos tanto na aparência quanto nos trejeitos.

Fisicamente, eles são quase tão reais como nós, mas não pensam por si mesmos.

Os anfitriões seguem uma narrativa com o mínimo de improviso possível e não são capazes de ferir sequer uma mosca.

Ou pelos menos é assim que deveria ser…

Não quero estragar a série para ninguém, então vou encerrando o post por aqui.

Assistam Westworld, porque o seriado é muito bom! O visual é lindo, o elenco é incrível e a temática de comportamento humano, inteligência artificial, moralidade e fantasia é super interessante.

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Não é make, mas é demais: Podcast “Liar City”

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Como eu adoro podcasts!

Já que Game of Thrones só volta ano que vem e os podcasts sobre a série esfriaram um pouco, estava em busca de novidades para escutar enquanto trabalho.

Acabei encontrando Liar City, um podcasts sobre mentiras e mentirosos.

Cada episódio aborda um tema diferente, de histórias famosas a casos mais desconhecidos.

Já comentei sobre Lar City num vídeo recente, mas vale um post só pra ele, porque os programas são super interessantes.

Um exemplo de caso inacreditável exposto pelo podcast é a triste história dos gêmeos Reimer e do Dr. Money:

Em meados da década de 60, os gêmeos idênticos Bruce e Brian Reimer vieram ao mundo.

Quando tinham seis meses, os meninos foram levados ao hospital para tratarem um caso simples de fimose e durante o procedimento de circuncisão de Bruce, o médico fez uma cagad* enorme…

Utilizou uma pinça de metal em conjunto com um instrumento elétrico de cauterização, o que queimou por completo o piupiu do guri.

E esse médico da fimose não é a pior pessoa da história…

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A família de Bruce passou muito tempo consultando com toda sorte de médicos para tentar corrigir o problema, mas naquela época não havia nada que pudesse ser feito.

E é aí que entra Dr. Money, o psicólogo com o nome mais suspeito da vida!

A mãe de Bruce assistiu a uma entrevista dele na televisão e achou que sua clínica especializada em gênero e sexualidade seria a solução, já que Dr. Money tratava transexuais e pessoas nascidas com órgãos reprodutores ambíguos.

Ao escutar a história de Bruce, o psicólogo viu a oportunidade ideal para comprovar sua teoria de que bebês são “neutros” ou seja, são uma folha em branco no que diz respeito a gênero.

Se um menino for criado desde cedo como menina, ele será uma menina.

Os gêmeos idênticos da família Reimer eram o caso perfeito para o estudo e foi aí que, aos dois anos e sob os cuidados do Dr. Money, Bruce virou Brenda.

Não preciso nem dizer que essa história acabou muito mal, mas não contarei mais detalhes caso alguém aqui queira experimentar o podcast e escutar esse episódio.

Não é make, mas é demais

Não é make, mas é demais: The Get Down

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Graças aos Jogos Olímpicos Rio 2016, passei duas semanas inteiras afastada do Netflix.

O meu retorno se deu com The Get Down, uma série sobre o surgimento do hip hop na década de 70.

O projeto é de Baz Luhrmann, responsável por sucessos como Moulin Rouge, Romeu + Julieta e O Grande Gatsby.

Considerando a fama do cineasta australiano, esperava uma produção de encher os olhos e não fiquei decepcionada.

O visual é incrível e a trilha sonora é de altíssima qualidade!

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The Get Down mostra a vida caótica no sul do Bronx em 1977 através da trajetória de dois personagens:

Ezekiel, um adolescente que tem muito talento para rimas, e sua crush Mylene, uma jovem de família conservadora que sonha em virar a nova estrela da disco music.

Ezekiel encontra um jeito de aproveitar seu talento com as palavras ao conhecer o grafiteiro Shaolin Fantastic e o mundo das festas “Get Down”, onde o DJ Grandmaster Flash mixa sons de álbuns existentes acompanhado por MCs e seus versos improvisados no ritmo da batida.

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Adorei, mas confesso que tive um pouco de dificuldade para terminar o primeiro capítulo…

Mesmo com o visual maravilhoso e super colorido (tem uma sequência na discoteca que é demóóóis), os 90 minutos iniciais da trama alternam momentos com muitas referências (a ponto de ser demais pra eu digerir) e momentos que achei meio arrastados.

A história ficou mais direta a partir do terceiro episódio e aí engatei um capítulo no outro até chegar ao final da primeira temporada :)

Se você gosta de música, de grafite e do colorido dos anos 70, não deixe de conferir!

Abaixo está o trailer legendado:

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