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Não é make, mas é demais

Não é make, mas é demais

Não é make, mas é demais: Scandal

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Toda vez que posto sobre algum seriado que eu gosto, vários de vocês comentam “MAREEENA, ASSISTE SCANDAL! VOCÊ VAI GOSTAR! É MUITO INCRÍVEL! É MA-RA!”.

Queridos e queridas, vocês tem razão!

Em pouco mais de semana, já estou na metade da terceira temporada, porque vicia!

Pra quem ainda não assistiu, Scandal é um thriller político com a linda Kerry Washington no papel de Olivia Pope, uma das protagonistas mais bem vestidas da televisão.

A história acontece na capital dos EUA, Washington, e foca nos bastidores da Casa Branca e na empresa de Olivia, uma firma especializada em controlar e contornar escândalos políticos.

Além de babar nos modelitos lindos da Srta. Pope e de bater palminhas toda vez que ela diz “It’s handled!”, rola toda uma identificação pelos litros de vinho que a personagem consome.

Ela prefere os tintos e eu curto os brancos, mas #TamoJunto.

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A primeira temporada de Scandal nos apresenta Olivia e seus funcionários, o presidente dos Estados Unidos, Fitzgerald Grant III, a primeira dama e a equipe do gabinete do presidente.

Ao longo dos capítulos, descobrimos que antes de montar a firma, Olivia trabalhou na campanha de eleição presidencial.

Ela e o presidente ficaram muito íntimos e após a eleição, Olivia se tornou Diretora de Comunicação da Casa Branca, mas abandonou o cargo por conta do affair e suas complicações.

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E já que estamos falando do caso de Olivia com o presidente…

Scandal é uma série recheada de segredos, dramas, assassinatos e muita, muita, MUITA pegação.

Quem faz parte do elenco e não está pegando ninguém, é porque o personagem ou está em coma ou está morto no fundo de algum rio.

Acho essa parte super divertida, mas o que eu mais gosto é como a minha percepção dos personagens muda de um capítulo pro outro.

Só no caso da primeira dama dos EUA, já mudei de idéia um milhão de vezes.

Tem dias que acho ela uma vaca e tem dias que fico com peninha e até torço por ela.

No Brasil, Scandal é transmitida pelo canal Sony.

Se você é como eu e gosta de fazer maratonas de seriados, o Netflix tem as as três temporadas completas.

Aqui está o trailer legendado:

Não é make, mas é demais

Não é make, mas é demais: The Fall

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Quando você começa a assistir uma série policial bacana que conta com a linda Gillian Anderson e o muso Jamie Dornan, precisa compartilhar, não é?

Gillian Anderson é diva desde X-Files e Jamie Dorman virou su-su-sucesso absoluto depois de ser escalado com Christian Grey em Cinquenta Tons de Cinza.

No seriado The Fall, Gillian Anderson é Stella Gibson, uma oficial da polícia que está investigando uma série de assassinatos em Belfast, na Irlanda do Norte.

Os crimes acontecem sempre da mesma forma: o assassino invade a casa da vítima, estrangula geral, limpa a cena e deixa o corpo em pose sobre a cama.

O mais interessante em The Fall é o modo como a história é contada, porque ele é diferente do que se espera de um seriado policial, já que mostra tanto o lado do assassino quanto o da polícia.

Sim, desde o início você sabe quem é o vilão.

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Nas primeiras cenas, vemos Paul Spector (Jamie Dornan) invadindo uma casa e mexendo na gaveta de calcinhas alheia.

Assim como eu, você pode pensar:

Jamie Dornan, passa aqui em casa e mexe nas minhas paraguaias! Não tem problema. Eu não me importo, juro!

Mas depois de assistir todos os capítulos da primeira temporada, confesso que o meu nível de atração pelo Sr. Grey diminuiu bastante.

À primeira vista, o serial killer parece ser apenas mais um pai de família.

Ele é um sujeito comum, sem graça, casado com uma enfermeira e pai de dois filhos, um menino e uma menina.

De dia, ajuda em casa e trabalha num consultório que auxilia pessoas de luto.

De noite, com a desculpa de ser voluntário num serviço de atendimento psicológico por telefone, planeja, prepara e realiza os crimes.

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Não é um história cheia de ação ou surpresas. Não tem suspense, mas acabei me apegando por conta do lado psicológico e da investigação em si, que me pareceu bem realista. É um processo lento, mas muito interessante.

A série tem apenas duas temporadas e acredito que não deve haver uma terceira, já que o nosso serial killer virou astro do cinema.

Mesmo sabendo de tudo isso, aproveitei muito a primeira temporada e hoje a noite devo iniciar a segunda.

Se você também quer assistir, é só dar uma procurada no Netflix.

Aqui está o trailer:

Não é make, mas é demais

Não é make, mas é demais: 5 remédios “naturais” para combater a TPM

Acontece todo santo mês há quase duas décadas e, ainda assim, é sempre um surpresa na minha rotina. Ela se manifesta de várias formas e pode passar de um chororô leve a ataques de raiva inexplicáveis de um mês para o outro.

Eu nunca sei exatamente o que esperar, mas o remédio é sempre o mesmo:

Chocolate.

Porque chocolate é amor e o amor, ah!, o amor…
Ele é lindo e ele cura tudo.

Abaixo estão cinco receitas infalíveis para aliviar a desgraça mensal conhecida como TPM:

Brownie de microondas
Indicado para a TPM galopante, porque não usa o fogão e poupa tempo, ingredientes e vidas.

Picolé Magnum Caseiro
Indicado para casos de TPM raivosa. Você recheia o picolé com seu ódio e depois esfria a cabeça com o geladinho cremoso do doce de leite.

Danette Caseiro
Indicado para TPM nostálgica, quando você sente saudade de tudo que não seja este exato momento de TPM, incluindo os felizes dias da infância, recheados Danette.

Brigadeiro de Ovomaltine
Indicado para a TPM clássica por conta da mistura de sabores e sensações que vão do conforto do leite condensado ao carinho crocante e compreensivo do Ovomaltine.

Rabanada de Nutella
Indicada para a TPM extrema, porque, como sabemos, Nutella e fritura são as respostas para todos os problemas humanos. Se essa quantidade absurda de doce não melhorar o seu humor, o coma induzido pelos altos níveis de glicose evitará que você assassine pessoas inocentes.

Não é make, mas é demais

Não é make, mas é demais: 4 documentários para assistir na folga de final de ano

Meu corpo quase criou raízes na cama durante o Natal, porque fora a ceia e alguns eventos em família, tudo que fiz foi assistir TV. Uma das categorias que eu mais gosto do meu Netflix é a de documentários e nestas mini-férias de final de ano, encontrei quatro filmes muito interessantes.

Se você não tem Netflix, é possível assistir os documentários em sites de torrents, em DVD e até no Youtube.

Aqui vão eles:

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Good Hair

Good Hair é um documentário produzidor por Chris Rock. Seu foco é o modo como mulheres negras lidam com seus cabelos e a obsessão por apliques, perucas e alisamentos. O comediante explora o mercado atual de produtos de beleza, imagens do que é considerado cabelo “desejável” e sua relação com a cultura afro.

De acordo com o ator, a idéia do filme surgiu quando sua filha de três anos lhe perguntou “Papai, por que eu não tenho cabelo bom?”.

O documentário é bem humorado, mas não perde a seriedade do tema por conta do jeito divertido de Chris Rock. Depois de assistir Good Hair, passei um bom tempo pensando sobre a importância que mulheres (de qualquer cor) dão ao cabelo.

Pensei na quantidade de horas que eu gasto no meu cabelo, sobre como eu me sinto insegura quando ele não acorda  num “dia bom” ou sobre como eu até desisto de sair a noite para alguma festa se estiver chovendo muito, porque pode estragar a chapinha.

É um absurdo!

2

Somm

Somm acompanha quatro sommeliers americanos que querem passar em um dos exames mais difíceis do mundo, o de “Master Sommelier”.

Em mais de quarenta anos, apenas uma centena de pessoas conseguiu o título mais alto dos conhecedores de vinho.

Entre testes cegos de degustação e exames de história, tornar-se Master Sommelier é uma tarefa tão ou mais complicada que passar no vestibular de medicina da USP.

O documentário mostra toda a preparação dos somms para o grande exame. São dias e noites de estudos, degustações e preocupações com o futuro.

Achei que fosse aprender coisas novas sobre vinho, mas o filme é sobre gente de carne e osso e não sobre uvas fermentadas.

De surpresa, me apeguei, e quando finalmente chegou a hora da prova, torci feito louca por todos eles.

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Burt’s Buzz

Quem já foi aos Estados Unidos deve ter visto em lojas e farmácias os produtos da marca Burt’s Bees.

Este documentário conta a história de Burt, seu co-fundador, um apicultor recluso que tem uma relação um tanto curiosa com a empresa de cosméticos que ajudou a fundar.

Burt teve uma infância privilegiada e abandonou a carreira de fotógrafo em Nova Iorque para levar uma vida pacata como criador de abelhas no Maine, onde montou um negócio milionário quase sem querer.

Diferente do que se imagina, ele não tem uma mansão enorme ou um carro caríssimo. Burt é um hippie de quase 80 anos que por conta do seu desprendimento, acabou perdendo um grande amor e o controle da empresa da qual ele é o garoto propaganda.

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Craigslist Joe

Já imaginou passar um mês sem dinheiro, sem seus amigos e sem sua família?

Em um momento em que a economia e o senso de comunidade americanos estavam enfraquecidos, um cara deixou tudo para trás para ver se conseguiria sobreviver apenas com o apoio da comunidade virtual.

Joseph Garner desligou-se de todos que ele conhecia e de tudo o que possuía. Armado apenas com um laptop, telefone celular, escova de dentes e as roupas que estava vestindo, ele viveu por um mês à procura de comida, caronas e um lugar para dormir.

Por 31 dias, tudo em sua vida viria dos anúncios do site Craigslist e da bondade de seus usuários.

O resultado é uma viagem pelas histórias das dezenas de pessoas que acolheram Joe, passando até pelo Iraque e pela reconstrução de Nova Orleans.

Não é make, mas é demais

Não é make, mas é demais: Seriados, muitos deles!

Depois de postar a TAG Viciada em Séries, achei que seria legal reunir num único lugar todos os posts que já escrevi sobre os seriados que gosto de assistir.

Para facilitar a vida de quem está procurando algo novo para se entreter, organizei tudo em seis listinhas temáticas com links para cada um dos textos.

PS: Além dos posts sobre seriados, eu também faço alguns vídeos sobre o que estou assistindo na Netflix. Você pode conferir essa playlist clicando aqui ou apertando play lá no final do post.

A gente vive de LOKURA


Intrigas AND fofocas


Vintage (e com muita tensão sexual)


Água com açúcar e/ou “o amor nos tempos modernos”


Maníacos, loucademia de polícia e as minas do xilindró


Fantástico, o show da vida


Não é make, mas é demais

Não é make, mas é demais: Scrotal Recall / Love Sick

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Scrotal Recall: Luke, Evie e Dylan

Quando fui apresentada a este seriado britânico, minha primeira reação foi:

Sério que alguém criou uma série sobre um cara com clamídia que chama SCROTAL RECALL?

SCROTAL. RECALL.

SÉRIO?

ISSO É DE VERDADE?

Sim, porque a história começa quando Dylan (o loiro na foto acima) descobre que tem clamídia e decide entrar em contato com todas as suas parceiras para avisar da doença.

Para ajudá-lo na missão de contactar todas as mulheres com quem ele já dormiu, o protagonista conta com a ajuda de dois amigos:

Luke, um solteirão convicto e Evie, a melhor amiga de Dylan que é secretamente apaixonada por ele.

Tinha certeza que odiaria, mas terminei os seis episódios da primeira temporada em poucos dias.

ME JULGUE!

UPDATE: A série chegou ao Netflix com um novo título, graças a Deus! Procure por “Love Sick”.

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Graças ao nome besta e à premissa boba do cara que precisa contactar todos seus casinhos e namoradas pra falar de algo constrangedor, as minhas expectativas eram baixíssimas.

Fiquei surpresa ao descobrir que Scrotal Recall é uma comédia romântica com humor inteligente que foge das piadinhas óbvias sobre DST.

Boa parte da graça vem de situações normais (e cômicas) presentes nos relacionamentos.

Os episódios da série tem uma narrativa interessante que mescla os encontros de Dylan com suas ex namoradas no presente com flashbacks do passado, mostrando como eles ficaram juntos.

Ao reencontrar suas antigas paixões e relembrar de seus casos, o loiro acaba reavaliando suas decisões.

Abaixo está o trailer:

A série é super nova (estreou em outubro no canal Channel 4) e eu espero que faça sucesso e que tenha uma segunda temporada, porque a primeira terminou numa dessas situações que deixa o povo surtado pra saber o que acontece em seguida.

PS: Se alguém souber de site que tem legenda, eu agradeço. Procurei, mas não achei. Karla e Ingrid deram a dica desse site aqui e desse site aqui pra legendas.

Não precisa procurar a legenda! Scrotal Recall chegou ao Netflix Brasil como “Love sick” :)

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