Categoria

Não é make, mas é demais

Não é make, mas é demais

Não é make, mas é demais: Spotify

Foto: Shutterstock.com

Há tempos que me falam do Spotify – algumas leitoras até sugeriram de eu montar uma playlist por lá com as músicas dos vídeos de recebidos – mas só agora que eu realmente comecei a usar o serviço.

Se você também está por fora do que é o Spotify, aqui vamos nós:

Spotify é um serviço de streaming de músicas. Pense Netflix, só que com o foco em áudio!

Você pode acessar milhões de músicas de graça, criar e compartilhar playlists e ficar por dentro do que seus amigos estão ouvindo.

Spotify também tem uma versão Premium que é paga e a principal diferença da Premium é que não há comerciais inseridos entre as músicas. Como eu não me importo com eles, continuo com a opção grátis.

E como funciona?

Você entra no site www.spotify.com, cria sua conta (dá pra conectar com a conta do Facebook) e baixa o app pro computador. Ele também está disponível no celular, então é só passar na App Store ou no Google Play e fazer o download.

Foto: Shutterstock.com

Com a conta criada e o app instalado, você pode fazer uma busca pelas músicas do seu interesse e pesquisar por categorias/estilo musical, novos lançamentos e pelas faixas mais populares no Brasil e no mundo.

Pode criar playlists variadas para escutar sempre que quiser e também pode escutar as playlists dos seus amigos e dos seus artistas favoritos.

Ainda estou meio perdida com a quantidade de opções, mas já montei minha primeira playlist com as músicas que tenho escutado bastante nos últimos tempos. Pra seguir, clica aqui!

Tem de tudo: pop anos 80, pagode anos 90, breguices, rock e outras coisas aleatórias. Se você gosta das músicas que eu escolho pra abertura dos Recebidos, as chances de encontrar algumas pérolas nessa playlist é grande :)

Quem tiver dicas do Spotify pra compartilhar, porfa!, comenta. Me ajudará bastante!

Não é make, mas é demais

Não é make, mas é demais: Chewing Gum

Logo que comecei a assistir Chewing Gum, achei tudo meio exagerado e o humor um tanto estranho, mas não demorei a me tornar #TeamTracey.

Se você gosta de séries como Unbreakable Kimmy Schmidt, vale a pena conferir, viu? Tracey Gordon, a protagonista de Chewing Gum, compartiha com Kimmy Schmidt a inocência quase infantil e o gosto por modelitos bem coloridos.

Devorei a primeira temporada em menos de 24 horas, o que não foi muito difícil, já que ela tem apenas seis episódios de 20 minutos cada.

Mas vamos ao que interessa…

A história gira em torno da Tracey, uma jovem de família cristã que namora há seis anos um cara super religioso que é contra qualquer intimidade antes do casamento.

Nesse tempo todo, eles sequer se beijaram!

Como vocês podem imaginar, a menina estava subindo pelas paredes!

Depois de uma transformação estilo Beyoncé que contou até com peruca, o boy não entrou no clima e ok, foi mega chato, mas serviu para Tracey decidir ser mais ela e ligar o foda-s*.

ADORO!

Tô amando Michaela Coel, a criadora e protagonista do seriado!

O enredo de Chewing Gum é levemente inspirado em sua vida e num monólogo que a atriz apresentou no teatro uns anos atrás.

Ela é tão maravilhosa que foi vencedora do BAFTA 2016 na categoria de melhor atriz num programa de comédia.

Chewing Gum está disponível na Netflix e a segunda temporada estreará em breve, dia quatro de abril :)

Não é make, mas é demais

Não é make, mas é demais: Podcast “My Favorite Murder”

mfm1

Apenas sonho em ser amiga de Georgia e Karen, as responsáveis pelo podcast “My Favorite Murder“.

Como eu já comentei por aqui, adoro histórias de crimes reais e como esse não é um bom assunto para discutir com os amigos no bar (porque a maioria das pessoas não curte conversar sobre homicídio), estou sempre em busca de documentários, livros e podcasts sobre o tema.

Recentemente, encontrei My Favorite Murder e, diferente de outros podcasts que já recomendei por aqui, o forte desse não é a pesquisa dos fatos.

A graça de cada episódio está na amizade de Georgia e Karen!

Elas se reúnem semanalmente para falar de assassinato e vem preparadas com histórias para compartilhar entre elas e com seus ouvintes num formato de conversa mais casual.

mfm2

Além dos casos escolhidos pelas duas, os episódios de uma hora são preenchidos com comentários engraçados sobre maquiagem e roupas, vida em família e bichinhos de estimação, contribuições dos ouvintes com histórias de homicídios famosos em suas cidades natais e recomendações de séries, filmes e documentários sobre crime.

Mas o mais legal de tudo é que as duas conseguem manter um clima leve mesmo tocando em um assunto tão delicado.

Ao final de cada episódio, a dupla tenta lembrar de algo bom que aconteceu durante a semana e, por muitas vezes, a gravação é encerrada com os miados de Elvis, o gato siamês vesgo de Georgia.

É bom demais!

Mais alguém aqui já conhece esse podcast? Tô super viciada e quase acabando o arquivo que tem mais de 50 episódios.

Happy Monday, Murderinos! From #ElvisTheSiamese #elviswantsacookie

Um vídeo publicado por My Favorite Murder Podcast (@myfavoritemurder) em

Não é make, mas é demais

Não é make, mas é demais: Podcast “You Must Remember This”

2

Gosto muito de escutar podcasts durante o trabalho ou antes de dormir e um dos meus preferidos dos últimos tempos é “You Must Remember This“, um podcast que tem o primeiro século de Hollywood como tema.

A narração tem um quê de filme noir e a pesquisa feita para cada episódio é impecável!

Dos artistas mais famosos até figuras desconhecidas do público, You Must Remember This explora casos curiosos da Era de Ouro do cinema americano nos mínimos detalhes.

E como eu acabei encontrando esse podcast?

Por conta da série de episódios sobre Charles Manson que, por sinal, é excelente.

Adoro histórias sobre crimes reais e sim, eu sei que isso é estranho e um tanto macabro, mas a realidade muitas vezes  me parece mais incrível e envolvente do que a ficção.

Já assisti documentários sobre a Família Manson e a série em 12 partes de You Must Remember This consegue ser ainda mais completa do que muitos deles.

Além da figura de Manson, ela vai fundo na realidade de Los Angeles no final da década de 60.

De Doris Day ao ocultista Kenneth Anger, o podcast expõe todas as conexões e ramificações do caso, incluindo o exílio de Polanski.

1

Após devorar todos os capítulos sobre a Hollywood de Charles Manson, me apeguei à mini série de seis episódios sobre Joan Crawford.

Conhecia pouco da história dela e muito do que eu lembrava envolvia o filme Mamãezinha Querida, baseado no livro autobiográfico Mommy Dearest que foi escrito por uma das filhas da atriz e que descreve Joan como uma mãe abusiva.

Da infância humilde ao estrelato, a história de Crawford é muito marcante! Vale a pena escutar :)

Não é make, mas é demais

Não é make, mas é demais: Black Mirror

1

Toda vez que escrevo um novo post sobre seriados, aparece alguém pra comentar “Marina, já assistiu Black Mirror? ASSISTE! Acho que você vai adorar!”.

No último mês, finalmente segui o conselho e depois de terminar o primeiro capítulo, meu queixo estava no chão.

A reação foi tipo…

xYWpfjY

“O que foi isso?”

E logo em seguida…

Sad-Rating-9-Sexy-Rating-8

Deprê.

Há tempos que eu não ficava tão pensativa e até chocada com algo que assisti na televisão…

Talvez por isso eu ainda não tenha terminado todos os episódios disponíveis, já que depois de um ou dois capítulos, preciso de um tempinho para digerir o que aconteceu.

2

5

Mas sobre o que é Black Mirror?

Black Mirror é uma série de “ficção especulativa” em que cada capítulo conta com enredo e elenco completamente diferentes, mas a temática é sempre a mesma:

A sociedade moderna e as consequências do nosso relacionamento com novas tecnologias.

O primeiro episódio da primeira temporada é sobre o sequestro de um membro da realeza e da difícil decisão que o Primeiro Ministro precisa tomar, já que o sequestrador não pede dinheiro e sim algo totalmente inesperado e bizarro.

A situação fica cada vez mais tensa, porque o pedido do sequestrador é transmitido pelo Youtube e em pouco tempo o vídeo é assistido pelo mundo todo.

Não vou dar mais detalhes, porque não quero estragar a história, mas é um soco no estômago.

Tem que assistir!

Black Mirror está disponível na Netflix e abaixo está uma promo curtinha e sem spilers sobre o primeiro episódio:

Não é make, mas é demais

Não é make, mas é demais: The Crown

1

Todo um sentimento de Downton Abbey, porém da vida real, já que The Crown conta a história da avó do William e do Harry, a rainha Elizabeth II.

Essa é a série mais cara da história da Netflix, provavelmente por conta do figurino INCRÍVEL e dos cenários de perder o fôlego.

O começo da história se dá em 1947 e, de acordo com os produtores, The Crown mostrará ao longo de seis temporadas o reinado de Elizabeth II do seu início até os dias de hoje.

2

3

No primeiro capítulo, a família real festeja a união da princesa Elizabeth com o príncipe Philip, recém nomeado Duque de Edimburgo, enquanto a saúde do Rei George piora.

Em pouco tempo, o rei acaba falecendo e Elizabeth, despreparada, se torna rainha décadas antes do previsto.

O combo de roteiro e elenco excelentes resultou em cenas belíssimas que fazem a monarquia parecer mais real.

Além de riqueza e pompa, também há o peso do dever que a coroa traz consigo.

Nesse começo de história, acompanhamos uma Elizabeth mais humana, abatida pela morte do pai e frustrada com as dificuldades que o papel de rainha trouxe à sua vida íntima.

4

5

Nunca achei Dona Elizabete simpática ou calorosa, pelo contrário…

Mas agora eu entendo o motivo dela ser essa figura tão distante.

Gostei muito e recomendo, então bora fazer uma xícara de chá bem quentinho, comprar uns biscoitos amanteigados e correr pra Netflix!

Abaixo, o trailer legendado:

Fechar